domingo, 12 de julho de 2009

BOAS FERIASSSSSSSSSSSSSS

BOAS FÉRIAS!!!!

NÃO IMPORTA O QUE FAÇA NESSAS FÉRIAS ,, O IMPORTANTE É SEREM FELIZES,BEIJOS NO CORAÇÃO!!!


PASSEAR,,NEM SE FOR NA CASA DA TIA.....

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RODOVIA INDO á CAPITAL DOS EMIRADOS (meus cnhados Eulaine e Lorivaldo Tomaz)




Este canto é para os que se encantam com a poesia, com a vida, com a natureza, com a alma humana, em suas mais diversas facetas.











SONHE OU VÁ A PRAIA


ASSISTA UM BOM FILME-"EM BUSCA DA FELICIDADE"







LEIA UM BOM LIVRO





O Mundo de Sofia - Resenha Crítica

O MUNDO DE SOFIA (Jostein Gaarder)

O autor, através desse romance, que tem como personagem central uma adolescente comum, sem outras dúvidas que não as próprias de sua idade e época, descreve toda a trajetória do Homem em busca de explicações para sua existência. Ele utiliza como recurso, na trama, um professor de Filosofia, um major e sua filha.
No decorrer do romance ele faz uma explanação, em forma de diálogo entre o professor de Filosofia e a adolescente, sobre a História da Filosofia, assim como sobre todas as transformações sofridas pelo ser humano no decorrer dos tempos.
Sofia, a adolescente em questão, está prestes a completar quinze anos e se depara com questões relativas à origem do mundo, das relações entre as pessoas e de quanto sua e, portanto, nossa existência é efêmera.
As indagações que lhe são feitas a levam a se perceber como um ser histórico. Sua existência depende de sua ação na realidade em conjunto com as atitudes alheias, isto é, a partir da interação com o mundo, já que ela, em contato com as questões filosóficas, descobre que os fatos da vida, a natureza, devem ser admirados diariamente, a todo instante, pois o mundo está em constante transformação; não devemos, pois, nos habituar ao mundo. Devemos, sim, ser como crianças que sempre se impressionam, se admiram com o que vêem, pois estão sempre descobrindo coisas novas. Devemos estar no mundo em eterno estado de vigília, sempre alertas a novos fatos, e não como se estivéssemos dormindo enquanto a vida passa. A vida é um mistério a ser desvendado a todo instante.
Sofia começa a ler e, mais adiante, a dialogar com Alberto, seu professor de Filosofia, sobre todas as posturas filosóficas existentes na humanidade. Aprende que os mitos, superstições, explicações sobrenaturais são formas fáceis para explicar os acontecimentos da vida incompreensíveis ao ser humano. Mas estas acabam por mascarar a realidade, pois o Homem, ao acreditar em explicações tão simplistas e tão aquém de sua existência, acaba por se afastar da vida, vivendo a realidade como mero espectador. Assim, se as coisas não vão bem, não dão certo, atribuindo a causa a mitos, superstições, sobrenatural, o ser humano se exime de culpa frente aos problemas que o cercam. Entretanto, o autor, através de um questionamento permeado por um constante diálogo com Sofia, nos mostra que o que acontece no mundo é fruto de nossas atitudes. A história é feita pelos Homens, através de suas reflexões, diálogos e ações. O autor vai mostrando, através da História da Filosofia, que para interferirmos em nossa realidade devemos estar sempre indagando sobre os fatos, buscando nossas raízes históricas, pois a vida não é uma fatalidade, e sim algo construído pelos seres humanos em sua interação com seus semelhantes e através do tempo, sempre de forma contínua, nunca estagnada.
Dentre os filósofos estudados, é interessante ver Aristóteles e suas formas de felicidade, vistas como a realização plena do Homem enquanto tal; podemos observar que há muito existe a preocupação de que o Homem seja um cidadão livre, consciente e responsável por sua existência.
É importante citar o Oriente em suas buscas filosóficas. Assim, como disse Swami Vivekananda, “... é ateu aquele que não acredita em si mesmo.” (p. 155).
A “Lei da Inércia”, de Newton, pode muito bem ser aplicada à nossa vida, pois sempre existem fatos que nos obrigam a atuar em nossa realidade; entretanto, existem pessoas que permanecem inertes, indiferentes à realidade que as cerca, como se mudar ou não a maneira de pensar, de agir, de ver o mundo, em nada pudesse modificar o curso da história, o estado das coisas.
Nos dias de hoje, prega-se a necessidade de que todos tenham acesso à informação para que entendam a realidade e nela possam atuar de forma consciente, idéia que, se voltarmos na história, remonta a Lutero.
Ao falar do Barroco, o autor procura mostrar o quanto os ornamentos mascaram a realidade; nosso Carnaval, cheio de riquezas e pompas, é um exemplo típico de como o Estado é capaz de dominar os oprimidos: tal é a grandeza do luxo e da riqueza, que por quatro dias ou mais esquecemos como nossa realidade é cruel, como nossa sociedade é desigual e, assim, nos acomodamos a ela.
Ao mostrar as diversas correntes filosóficas, o autor nos faz perceber que, ao refletirmos, o fazemos a partir do que vemos e vivenciamos em nossa época e, assim, nossa reflexão não poderá ser eterna. A vida é uma somatória de momentos, e desta forma, o Homem se modifica a todo instante.
O autor também questiona nossa concepção de existência ao falar do niilismo, onde só existimos porque acreditamos neste fato, e também ao citar Sartre e seu existencialismo, quando afirma que “a existência precede a essência”, “existência não significa simplesmente estar vivo” (p. 486) e, assim, o ser humano, ao tomar consciência de sua existência, também se percebe responsável por ela.
Personagens de contos de fada surgem na vida de Sofia, assim como Sofia e Alberto surgem na vida de outros personagens. Através de Alberto, o autor sugere que “a filosofia é o oposto da magia” (p. 361); todavia, penso que filosofia é magia, a magia da capacidade de o ser humano se voltar para dentro de si e confrontar-se com o mundo em busca de explicações para sua existência.
Somos personagens, assim como Chapeuzinho Vermelho e muitos outros. Contudo, podemos escolher entre sermos meros espectadores da história que está sendo escrita ou sermos agentes desta história, isto é, escrevê-la em parceria com outros seres.
Somos capazes de tudo; de transformar o mundo; fazer dele um sonho que nunca se realizará, um pesadelo que só acabará com a morte – se quisermos ser meros fantoches, personagens criados por autores não bem intencionados, ou então escrever nossa própria história, onde nós seremos os personagens principais.
Não podemos deixar que o “major”, aquele que detém o poder de nossas vidas, escreva nosso destino, pois ele poderá dar cabo de nossa existência quando bem lhe convier.
Finalizando, “O Mundo de Sofia” é um romance fantástico do qual não queremos nos separar. Ele retrata com maestria a nossa existência.
É livro de cabeceira, para ser pesquisado constantemente.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Aula de história 2º vespertino-revisão para avalições


atividades para provas-Brasil Colonia
1-Trace no mapa o roteiro da viagem de Pedro Álvares Cabral. Dê nomes aos lugares (de onde partiu, aonde chegou, para onde prosseguiu a viagem)?
2- Sobre o inicio da colonização no Brasil, marque falso ( F) ou verdadeiro ( V) e justifique as afirmativa falsas.
( F) até 1532 o Brasil teve como principal atividade economica o cultivo da cana-de-açúcar.
( V) O pau-brasil era um produto muito requisitado na metrópole porque dele se extraia uma tinta vermelha para tingir tecido.
( V) As primeiras construções feitas no Brasil pelos portugueses foram as feitorias.
(F ) A mão-de-obra utilizada até 1532 era a dos negros africanos.
- Aúnica atividade lucarativa desenvolvida no Brasil de 1500 a 1532 foi a extração do pau-brasil.- De 1500 a 1532 foi usada o escambo com os índios.
3- Identifique dois fatores que levaram os portugueses a introduzir o cultivo da cana-de-açúcar em sua colônia americana.
1º motivo:Os portugueses palntavam cana-de-açúcar em suas ilhas de Ações e Madira, portanto dominavam as técnica de fabricação do açúcar.
2º motivo:O clima e o solo brasileiro eram propocios ao cultivo da cana-de-açúcar.
-observe a imagem abaixo

a) identifique a atividade econômica representada na imagem:
5- Explique os termos:

a) senhor de engenho: Propreitário de uma fazenda destinada ao plantio da cana eo fabrico do açúcar.

b) Arredatário: Pessoas que arrendavam parte das terras dos senhores para plantar cana.
c) Latifundios: Grande extensão de terra

6- Elabore um pequeno texto usando as palavras abaixo:
escravizado, negros, índios, Brasil, africanos








Em busca de gente e ouro
Os colonos da capitania de São Vicente, em particular os habitantes da vila de São Paulo, enfrentavam dificuldades para sobreviver. Praticavam uma agricultura de subsistência, plantando milho, mandioca e feijão. Nas matas, buscavam produtos que pudessem render algum dinheiro. Inclusive indígenas!
Para caçá-los, organizavam as “bandeiras de apresamento” expedições que entravam pelo sertão seguindo o curso dos rios, principalmente o Tietê. Seus participantes chamaram-se bandeirantes.
Os indígenas aprisionados eram vendidos como escravos aos fazendeiros de outras regiões ou usados nas lavouras da capitania.
Durante o domínio holandês no Nordeste, quando muitas capitanias ficaram sem receber escravos africanos, os bandeirantes intensificaram a “caça ao índio”, estendendo essa atividade ao longo de todo o século XVII.
As bandeiras chegavam a reunir 3 mil homens, principalmente índios e mamelucos, cujo conhecimento e técnicas permitiam sua sobrevivência na mata. Depois de arrasarem as aldeias indígenas mais próximas, os bandeirantes atacaram as missões jesuíticas, cujos habitantes estavam protegidos por decreto real. Mas os bandeirantes não respeitavam leis. Entre 1630 e 1640, atacaram as missões de Guairá, Tape e Itatim, mataram e escravizaram dezenas de milhares de indígenas.
As missões eram indefesas, mas diante das matanças, os jesuítas foram autorizados a armar os nativos. Os bandeirantes tiveram, então, suas primeiras derrotas: em Caapaguaçu em M’Bororé (1639 e 1641, em Tape, RS). A partir daí as expedições de caça ao índio começaram a rarear e foram desviadas para os sertões dos atuais estados de Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás.
Com a expulsão dos holandeses das possessões portuguesas na África, o trafico negreiro foi normalizado, e o escravo indígena deixou de tanto valor. Os bandeirantes passaram, então, a ser contratados por fazendeiros para combater índios rebeldes e destruir redutos de negros fugitivos. Essa fase ficou conhecida como “sertanismo de contrato”.
A partir de 1660, a atenção dos bandeirantes voltou-se para a procura de ouro, prata e pedras preciosas. O rei de Portugal oferecia títulos e recompensas paro os descobridores. Os bandeirantes vasculharam o centro-oeste do Brasil. Só no final do século XVII (1693), ocorreu o primeiro grande achado de ouro. Começava uma nova fase da história do Brasil.
Postado por Profª. Rosangela Leite às
1-Por que os habitantes da Capitania de São Vicente, principalmente os paulistas, se embrenharam pelo sertão? O que procuravam?
R: Os habitantes de São Vicente não desenvolveram uma economia exportadora e também não compravam nada da metrópole. Fabricavam tudo o que usavam, cultivavam roças de subsistências, usavam mão-de-obra indígena. Isolados, buscavam forma para sair da pobreza, entraram pelo sertão em busca de índios, ouro e pedras preciosas

2- Qual a importância das bandeiras para a história do Brasil?
Resposta....
Basicamente elas abriram o interior da colônia para a exploração e a ocupação passando além do meridiano de Tordesilhas.



olha que interessante...
Estados Nacionais, Abso-lutismo e Mercantilismo

Preliminares: o período da His-tória Moderna

1. A História Moderna compre-ende o período entre a crise do sistema feudal (século 15) e o ad-vento do capitalismo industrial (sé-culo 18).

2. O Estado moderno é o per-sonagem central desse período. Opõe-se às tendências particularis-tas feudais ou urbanas e às ten-dências universalistas da Igreja e do velho ideal de Império.

3. Os Estados nacionais emer-gentes adotam políticas econômi-cas de caráter mercantilista, com variações locais.

4. O mercantilismo serve como rótulo geral para se descreverem as práticas econômicas do mundo europeu (e colonial) desde o Renascimento até as Revoluções Burguesas do século 18.

Estado moderno, mercantilismo e sistema colonial

1. A partir do século 15 (sobretu-do após a Guerra dos Cem Anos, entre França e Inglaterra), consolidam-se os Estados europeus atlânticos. Baseados no regime monárquico, esses Estados definem a “Europa”: cada Estado passa a se firmar em relação aos outros. Nesse novo sistema econômico internacional (capitalismo comercial), o Estado exerce papel intervencionista e
2. coordenador da economia ao longo dos séculos 16, 17 e 18.

3. O Estado moderno caracteriza-se:
a) pelo desenvolvimento de novas relações econômicas e políticas, envolvendo os príncipes, as burguesias e as nobrezas fundiárias;
b) pela contínua expansão geográfica (mercados) ;
c) pela formação de máquinas administrativas poderosas e centralizadas, com vistas à cobrança de impostos e controle de monopólios;
d) pelos conflitos ("desco-brimentos”, guerras coloniais, pirataria) ;
e) pelo monopólio da força (exércitos profissionais e marinhas) ;
f) pela ideologia do “direito divino” dos reis.

4. O mercantilismo visa a unifica-ção do Estado e se exerce através da:
a) abolição das alfândegas internas;
b) unificação dos pesos e medidas;
c) tributação em escala na-cional (impostos) ;
d) política tarifária protecio-nista (em benefício dos produtos nacionais) ;
e) ampliação e defesa de suas colônias;
f) defesa da balança co-mercial favorável, com vistas ao ingresso do ou-ro e da prata.

5. Com isso, desenvolve-se o ca-pital comercial, definem-se os merca-dos internos (nacionais), consolida-se a idéia de Estado-nação e articulam-se os sistemas coloniais.

O mercantilismo na História Moderna

1. A política protecionista tor-na-se prática fundamental na época moderna, tanto na França como na Inglaterra, Espanha e Portugal. Concedem-se privilégios a novas produções (manufaturas) contra os concorrentes estrangeiros.

2. Os monopólios são privilé-gios dos Estados ou reservados à classe mercantil das metrópoles. As companhias de comércio se organi-zam, sob controle das Coroas, que controlam o “exclusivo colonial”. Por isso, as economias coloniais são altamente especializadas: con-centram-se na produção de poucos produtos raros na Europa e são consumidoras dos manufaturados europeus. O lucro elevado deve-se ao efeito do monopólio.

3. O mercantilismo no século 17: França e Inglaterra são os úni-cos Estados capazes de implemen-tar políticas mercantilistas coeren-tes e de relativa eficiência. Richeli-eu e Colbert, na França, as grandes companhias de comércio e os Atos de Navegação de Cromwell, na Inglaterra, são expressões dessa política.

4. O mercantilismo no século 18: na Inglaterra, a participação dos comerciantes na elaboração prática da política econômica do Estado é mais regular do que na França, onde a apologia da indús-tria é mais freqüente. Esse fato explicará a hegemonia inglesa e as condições para a eclosão da Revo-lução Industrial na Inglaterra, no século 18.

Notas

 A caminho do capitalismo industrial
A História Moderna estende-se da crise do sistema feudal (século 15) ao advento do capitalismo industri-al (século 18).
Nesse período, a partir do século 16 o mercantilismo dominou a vida econômica, social e cultural. Tal política foi decisiva para ajudar na consolidação dos Estados europeus atlânticos. Ela se opunha às ten-dências particularistas dos feudos e das cidades e também às tendên-cias políticas universalistas da Igre-ja e do Sacro Império Romano-Germânico.
O absolutismo (ou melhor, as mo-narquias absolutistas) surge como um poder político fortemente cen-tralizado, servido em cada Estado por uma rígida administração de funcionários civis e militares, a serviço da Coroa.
Essas foram as características do-minantes do Estado moderno, a-gente principal do capitalismo co-mercial, denominação do novo sis-tema econômico mundial posterior ao feudalismo.
O surgimento das monarquias ou Estados absolutistas está associado à criação de monopólios e de com-panhias de comércio, à montagem dos sistemas coloniais no Novo Mundo e, sobretudo, à ação da burguesia comercial.
Mas a época moderna foi também, como denominou Leo Huberman, a "Idade dos Mendigos”. Nesse qua-dro, a contrapartida da ascensão da burguesia foi a pobreza e a des-classificação social: a figura de D. Quixote, do espanhol Cervantes, bem o demonstra.

 O mercantilismo serve como rótulo geral para se descre-verem as práticas econômicas na Europa e no mundo colonial, do fim da Idade Média até as Revoluções burguesas do séc. XVIII.

 Conseqüências importan-tes da centralização do Estado:
* fortalecem-se as burguesias na-cionais;
* criam-se instrumentos e condi-ções para uma melhor acumulação de capitais {nas finanças e nas atividades manufatureira, comerci-al, colonial, extrativa, por exemplo) ;
* o movimento da Ilustração – o reformismo das "luzes” do século 18 – será expressão da busca de racionalidade nos campos da políti-ca, da economia, da sociedade e da cultura. Essa racionalidade (de “razão”) opunha-se ao absolutismo dogmático, ao Estado de "direito divino”, à sociedade estática (divi-dida em três estados ou ordens), à política colonialista e ao controle dos monopólios pelo Estado absolu-tista (que barrava o direito de mui-tos, beneficiando apenas um setor restrito da burguesia) ;
* o fortalecimento das burguesias nacionais, no século 18, levará o processo político e social do refor-mismo à “Era das Revoluções Bur-guesas”. A Revolução Francesa (1789) será o marco fundamental na abertura de uma nova época, que denominamos História Con-temporânea.

 Das cidades-estado aos Estados-nação
Importante notar que a consolida-ção dos Estados nacionais não se deu isoladamente. A monarquia absolutista surge como poder polí-tico centralizado que, junto com a administração de funcionários a serviço do monarca, forma o Esta-do.
O sistema econômico europeu está nascendo e cada Estado passa a se definir em relação aos outros, seja competindo, seja fazendo alianças no plano internacional.
As guerras, os pactos, as alianças e os tratados constituem as marcas externas das histórias profundas dos Estados-nação.
O equilíbrio europeu passa a ser um dado importante na história das relações internacionais. Por sua vez, as disputas coloniais freqüen-temente alteraram esse equilíbrio.
O surgimento das monarquias mo-dernas se dá simultaneamente à articulação do novo sistema eco-nômico mundial – o capitalismo comercial –, uma vez que o Estado passou a exercer um papel inter-vencionista na economia ao longo dos séculos 16, 17 e 18, através dos monopólios e das companhias de comércio. Expressão máxima desse intervencionismo foi a mon-tagem dos sistemas coloniais.

 Em síntese, os Tempos Modernos caracterizam-se pe-los seguintes aspectos:
* desenvolvimento de novas rela-ções econômicas e políticas, envol-vendo a nobreza fundiária, os prín-cipes e as burguesias. As diferentes regiões, sistemas produtivos e ca-madas sociais passam a fazer parte de um todo articulado pelo capita-lismo comercial;
* expansão geográfica do mundo até então conhecido pelos euro-peus;
* formação de uma máquina admi-nistrativa forte e centralizada, ca-paz de orientar o processo de ex-pansão forjando uma política e dando uma direção e um sentido;
* “descoberta” e conquista de no-vos mundos, ocasionando conflitos, guerras e tensões (como a que resultou do Tratado de Tordesilhas entre Portugal e Espanha, a respei-to do Brasil; ou as invasões holan-desas no Brasil no século 17). Defi-ne-se uma nova divisão internacio-nal e econômica do trabalho e da produção. O sistema escravista será ativado, agora com mão-de-obra africana, para a empresa co-lonial. Essa expansão é o traço primeiro da articulação da econo-mia mundial capitalista.

A interpretação do historiador Fer-nando A. Novais mostra o papel fundamental que a economia colo-nial representou na consolidação do mercantilismo: “Fator ao mesmo tempo de fortalecimento do Estado e de desenvolvimento burguês, a economia colonial, na medida em que complementa a economia me-tropolitana, dá-lhe possibilidade de pôr efetivamente em execução os ditames da política mercantilista; independendo das demais potên-cias por complementar-se nas co-lônias, o Estado colonizador tem condições de disputar e conquistar mercados, fomentando o crescente ingresso de bulhão (metal precioso) dentro de suas fronteiras” (cf. “O Brasil no quadro do antigo sistema colonial”, em Brasil em Perspecti-va).

 A política colonial de Por-tugal e a da Espanha fazem parte do esquema mais amplo da política mercantilista. Os Estados coloniza-dores têm como objetivos:

* resguardar a área de seu império colonial contra os interesses das demais potências, evitando a con-corrência destas;

* administrar a colônia a partir da metrópole: a preocupação fiscal dominará todo o mecanismo admi-nistrativo;

* defender o monopólio do comér-cio colonial (o exclusivo comercial) e enfatizar o caráter de exploração mercantil de todo o sistema. O monopólio é privilégio do Estado ou reservado à classe mercantil da metrópole (comerciantes nacionais) ; ele define, portanto, todo o sis-tema colonial.

 Em síntese, o Estado mo-derno realiza, a partir do século XVI, a política burguesa (atra-vés do exclusivo) e se fortalece abrindo novas fontes de tribu-tação. Os estímulos provenientes do sistema colonial são o pré-requisito para o desenvolvimento da economia da metrópole, uma vez que promovem, simultanea-mente, a acumulação de capitais por parte dos grupos empresariais e a expansão de mercados consu-midores de produtos manufatura-dos.
A economia colonial é altamente especializada (extração de metais nobres, no caso da Espanha; pro-dução de gêneros tropicais, no caso de Portugal) devido aos interesses do capitalismo comercial que a criou. Concentra-se na produção de poucos produtos raros na Europa e num excelente consumo dos produ-tos manufaturados europeus. Não se pode esquecer, todavia, que ela gera um lucro extraordinariamente elevado, resultante do monopólio, ou seja, de concessões especiais a determinadas companhias de co-mércio e navegação efetuadas pela Coroa.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

ESCOLA AUGUSTO KRUG NETTO-7º ano B & C





Renascimento (ou Renascença) foi um período na história do mundo ocidental com um movimento cultural marcante na Europa, considerado como um marco do final da Idade Média e o início da Idade Moderna. Começou no século XIV na Itália e difundiu-se pela Europa no decorrer dos séculos XV e XVI.

Além de atingir a Filosofia, as Artes e as Ciências, o Renascimento fez parte de uma ampla gama de transformações culturais, sociais, econômicas, políticas e religiosas que caracterizam a transição do Feudalismo para o Capitalismo. Nesse sentido, o Renascimento pode ser entendido como um elemento de ruptura, no plano cultural, com a estrutura medieval.

O Renascimento Cultural manifestou-se primeiro na Península Itálica, tendo como principais centros as cidades de Milão, Gênova, Veneza, Florença e Roma, de onde se difundiu para todos os países da Europa Ocidental. Porém, o movimento apresentou maior expressão na Itália. Não obstante, é importante conhecer as manifestações renascentistas da Inglaterra, Alemanha, Países Baixos, e menos intensamente, de Portugal e Espanha.



Para saber mais, visite:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Renascimento/espero que tenha aprendido muitas coisas com essa aula

ATIVIDADES
1-O QUE FOI O RENSCIMENTO CULTURAL
2-DEFINA TEOCENTRISMO E ANTROPOCENTRISMO
3-cOMO ERA O PENSAMENTO DO HOMEM NO PERIODO MODERNO]
CONCLUA ESSA AULA? NAS POSTAGENS-2.0 PONTOS

UM BEIJOS NO CORAÇÃO DE CADA UM!!!!

terça-feira, 9 de junho de 2009

2ºano hitória -vespertino

REVISÃO PARA TESTE-GRANDES NAVEÇÕES X GLOBALIZAÇÃO
RENASCIMENTO CULTURAL
AS CIVILIZAÇÕES INCAS ASTESCAS E MAIAS.
REFORMA RLIGIOSA




1º ano Enino médio -aula do dia 9/06




GRÉCIA ,ATENAS E ESPARTA.


VOÇÊS FIZERAM A LEITURA, TIVERAM OS SEMINÁRIOS.....AGORA VAMOS RESPONDER?

DEFINA OS ASPECTOS CULTURAIS, SOCIAIS E POLíTICOS DA GRÉCIA ATÉ ATUALIDADE?

O que foi a guerra de Tróia?http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_de_Troia

Textualize sobre Atenas?







A Guerra de Tróia no Cinema
Tróia (2004) - EUA/UK
As troianas (2004) - EUA
Helena de Tróia (2003) - EUA
A Odisséia (1997) - EUA,UK,Itália, Grécia, Alemanha
Electra (1981) - Alemanha
Ifigênia (1977) - Grécia
As troianas (1971) - EUA/Grécia/UK
As troianas (1963) - México
Electra (1962) - Grécia
A ira de Aquiles (1962) - Itália
A lenda de Enéias (1962) - Itália/França
A guerra de Tróia (1961) - Itália/França
Helena de Tróia (1956) - EUA/Itália

aula 7C-matutino-data09/06




*
Olá espero que tenham aproveitado a aula de hoje , sobre o período do Renascimento Cultural;
O que foi esse período com tantas transformações?

AULA DE HISTÓRIA DO 9-C-DATA-9/06/2009






Olá pesoa espero que tenham gostado das aulas de hoje.
Trabalhamos o FASCISMO NA ITÁLIA;RESOLVEMOS AS ATIVIDADES DAS PAGINAS 132 E 133 DO LIVRO DIDÁTICO. http://cafehistoria.ning.com/


E ASSISTIMOS A UM MBOM FILME -"AS TORRES GEMAS"

AGORA VOÇE VAI POSTAR SUA CONCLUSÃO DO FILME VALENDO-1.0