domingo, 12 de julho de 2009

BOAS FERIASSSSSSSSSSSSSS

BOAS FÉRIAS!!!!

NÃO IMPORTA O QUE FAÇA NESSAS FÉRIAS ,, O IMPORTANTE É SEREM FELIZES,BEIJOS NO CORAÇÃO!!!


PASSEAR,,NEM SE FOR NA CASA DA TIA.....

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RODOVIA INDO á CAPITAL DOS EMIRADOS (meus cnhados Eulaine e Lorivaldo Tomaz)




Este canto é para os que se encantam com a poesia, com a vida, com a natureza, com a alma humana, em suas mais diversas facetas.











SONHE OU VÁ A PRAIA


ASSISTA UM BOM FILME-"EM BUSCA DA FELICIDADE"







LEIA UM BOM LIVRO





O Mundo de Sofia - Resenha Crítica

O MUNDO DE SOFIA (Jostein Gaarder)

O autor, através desse romance, que tem como personagem central uma adolescente comum, sem outras dúvidas que não as próprias de sua idade e época, descreve toda a trajetória do Homem em busca de explicações para sua existência. Ele utiliza como recurso, na trama, um professor de Filosofia, um major e sua filha.
No decorrer do romance ele faz uma explanação, em forma de diálogo entre o professor de Filosofia e a adolescente, sobre a História da Filosofia, assim como sobre todas as transformações sofridas pelo ser humano no decorrer dos tempos.
Sofia, a adolescente em questão, está prestes a completar quinze anos e se depara com questões relativas à origem do mundo, das relações entre as pessoas e de quanto sua e, portanto, nossa existência é efêmera.
As indagações que lhe são feitas a levam a se perceber como um ser histórico. Sua existência depende de sua ação na realidade em conjunto com as atitudes alheias, isto é, a partir da interação com o mundo, já que ela, em contato com as questões filosóficas, descobre que os fatos da vida, a natureza, devem ser admirados diariamente, a todo instante, pois o mundo está em constante transformação; não devemos, pois, nos habituar ao mundo. Devemos, sim, ser como crianças que sempre se impressionam, se admiram com o que vêem, pois estão sempre descobrindo coisas novas. Devemos estar no mundo em eterno estado de vigília, sempre alertas a novos fatos, e não como se estivéssemos dormindo enquanto a vida passa. A vida é um mistério a ser desvendado a todo instante.
Sofia começa a ler e, mais adiante, a dialogar com Alberto, seu professor de Filosofia, sobre todas as posturas filosóficas existentes na humanidade. Aprende que os mitos, superstições, explicações sobrenaturais são formas fáceis para explicar os acontecimentos da vida incompreensíveis ao ser humano. Mas estas acabam por mascarar a realidade, pois o Homem, ao acreditar em explicações tão simplistas e tão aquém de sua existência, acaba por se afastar da vida, vivendo a realidade como mero espectador. Assim, se as coisas não vão bem, não dão certo, atribuindo a causa a mitos, superstições, sobrenatural, o ser humano se exime de culpa frente aos problemas que o cercam. Entretanto, o autor, através de um questionamento permeado por um constante diálogo com Sofia, nos mostra que o que acontece no mundo é fruto de nossas atitudes. A história é feita pelos Homens, através de suas reflexões, diálogos e ações. O autor vai mostrando, através da História da Filosofia, que para interferirmos em nossa realidade devemos estar sempre indagando sobre os fatos, buscando nossas raízes históricas, pois a vida não é uma fatalidade, e sim algo construído pelos seres humanos em sua interação com seus semelhantes e através do tempo, sempre de forma contínua, nunca estagnada.
Dentre os filósofos estudados, é interessante ver Aristóteles e suas formas de felicidade, vistas como a realização plena do Homem enquanto tal; podemos observar que há muito existe a preocupação de que o Homem seja um cidadão livre, consciente e responsável por sua existência.
É importante citar o Oriente em suas buscas filosóficas. Assim, como disse Swami Vivekananda, “... é ateu aquele que não acredita em si mesmo.” (p. 155).
A “Lei da Inércia”, de Newton, pode muito bem ser aplicada à nossa vida, pois sempre existem fatos que nos obrigam a atuar em nossa realidade; entretanto, existem pessoas que permanecem inertes, indiferentes à realidade que as cerca, como se mudar ou não a maneira de pensar, de agir, de ver o mundo, em nada pudesse modificar o curso da história, o estado das coisas.
Nos dias de hoje, prega-se a necessidade de que todos tenham acesso à informação para que entendam a realidade e nela possam atuar de forma consciente, idéia que, se voltarmos na história, remonta a Lutero.
Ao falar do Barroco, o autor procura mostrar o quanto os ornamentos mascaram a realidade; nosso Carnaval, cheio de riquezas e pompas, é um exemplo típico de como o Estado é capaz de dominar os oprimidos: tal é a grandeza do luxo e da riqueza, que por quatro dias ou mais esquecemos como nossa realidade é cruel, como nossa sociedade é desigual e, assim, nos acomodamos a ela.
Ao mostrar as diversas correntes filosóficas, o autor nos faz perceber que, ao refletirmos, o fazemos a partir do que vemos e vivenciamos em nossa época e, assim, nossa reflexão não poderá ser eterna. A vida é uma somatória de momentos, e desta forma, o Homem se modifica a todo instante.
O autor também questiona nossa concepção de existência ao falar do niilismo, onde só existimos porque acreditamos neste fato, e também ao citar Sartre e seu existencialismo, quando afirma que “a existência precede a essência”, “existência não significa simplesmente estar vivo” (p. 486) e, assim, o ser humano, ao tomar consciência de sua existência, também se percebe responsável por ela.
Personagens de contos de fada surgem na vida de Sofia, assim como Sofia e Alberto surgem na vida de outros personagens. Através de Alberto, o autor sugere que “a filosofia é o oposto da magia” (p. 361); todavia, penso que filosofia é magia, a magia da capacidade de o ser humano se voltar para dentro de si e confrontar-se com o mundo em busca de explicações para sua existência.
Somos personagens, assim como Chapeuzinho Vermelho e muitos outros. Contudo, podemos escolher entre sermos meros espectadores da história que está sendo escrita ou sermos agentes desta história, isto é, escrevê-la em parceria com outros seres.
Somos capazes de tudo; de transformar o mundo; fazer dele um sonho que nunca se realizará, um pesadelo que só acabará com a morte – se quisermos ser meros fantoches, personagens criados por autores não bem intencionados, ou então escrever nossa própria história, onde nós seremos os personagens principais.
Não podemos deixar que o “major”, aquele que detém o poder de nossas vidas, escreva nosso destino, pois ele poderá dar cabo de nossa existência quando bem lhe convier.
Finalizando, “O Mundo de Sofia” é um romance fantástico do qual não queremos nos separar. Ele retrata com maestria a nossa existência.
É livro de cabeceira, para ser pesquisado constantemente.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Aula de história 2º vespertino-revisão para avalições


atividades para provas-Brasil Colonia
1-Trace no mapa o roteiro da viagem de Pedro Álvares Cabral. Dê nomes aos lugares (de onde partiu, aonde chegou, para onde prosseguiu a viagem)?
2- Sobre o inicio da colonização no Brasil, marque falso ( F) ou verdadeiro ( V) e justifique as afirmativa falsas.
( F) até 1532 o Brasil teve como principal atividade economica o cultivo da cana-de-açúcar.
( V) O pau-brasil era um produto muito requisitado na metrópole porque dele se extraia uma tinta vermelha para tingir tecido.
( V) As primeiras construções feitas no Brasil pelos portugueses foram as feitorias.
(F ) A mão-de-obra utilizada até 1532 era a dos negros africanos.
- Aúnica atividade lucarativa desenvolvida no Brasil de 1500 a 1532 foi a extração do pau-brasil.- De 1500 a 1532 foi usada o escambo com os índios.
3- Identifique dois fatores que levaram os portugueses a introduzir o cultivo da cana-de-açúcar em sua colônia americana.
1º motivo:Os portugueses palntavam cana-de-açúcar em suas ilhas de Ações e Madira, portanto dominavam as técnica de fabricação do açúcar.
2º motivo:O clima e o solo brasileiro eram propocios ao cultivo da cana-de-açúcar.
-observe a imagem abaixo

a) identifique a atividade econômica representada na imagem:
5- Explique os termos:

a) senhor de engenho: Propreitário de uma fazenda destinada ao plantio da cana eo fabrico do açúcar.

b) Arredatário: Pessoas que arrendavam parte das terras dos senhores para plantar cana.
c) Latifundios: Grande extensão de terra

6- Elabore um pequeno texto usando as palavras abaixo:
escravizado, negros, índios, Brasil, africanos








Em busca de gente e ouro
Os colonos da capitania de São Vicente, em particular os habitantes da vila de São Paulo, enfrentavam dificuldades para sobreviver. Praticavam uma agricultura de subsistência, plantando milho, mandioca e feijão. Nas matas, buscavam produtos que pudessem render algum dinheiro. Inclusive indígenas!
Para caçá-los, organizavam as “bandeiras de apresamento” expedições que entravam pelo sertão seguindo o curso dos rios, principalmente o Tietê. Seus participantes chamaram-se bandeirantes.
Os indígenas aprisionados eram vendidos como escravos aos fazendeiros de outras regiões ou usados nas lavouras da capitania.
Durante o domínio holandês no Nordeste, quando muitas capitanias ficaram sem receber escravos africanos, os bandeirantes intensificaram a “caça ao índio”, estendendo essa atividade ao longo de todo o século XVII.
As bandeiras chegavam a reunir 3 mil homens, principalmente índios e mamelucos, cujo conhecimento e técnicas permitiam sua sobrevivência na mata. Depois de arrasarem as aldeias indígenas mais próximas, os bandeirantes atacaram as missões jesuíticas, cujos habitantes estavam protegidos por decreto real. Mas os bandeirantes não respeitavam leis. Entre 1630 e 1640, atacaram as missões de Guairá, Tape e Itatim, mataram e escravizaram dezenas de milhares de indígenas.
As missões eram indefesas, mas diante das matanças, os jesuítas foram autorizados a armar os nativos. Os bandeirantes tiveram, então, suas primeiras derrotas: em Caapaguaçu em M’Bororé (1639 e 1641, em Tape, RS). A partir daí as expedições de caça ao índio começaram a rarear e foram desviadas para os sertões dos atuais estados de Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás.
Com a expulsão dos holandeses das possessões portuguesas na África, o trafico negreiro foi normalizado, e o escravo indígena deixou de tanto valor. Os bandeirantes passaram, então, a ser contratados por fazendeiros para combater índios rebeldes e destruir redutos de negros fugitivos. Essa fase ficou conhecida como “sertanismo de contrato”.
A partir de 1660, a atenção dos bandeirantes voltou-se para a procura de ouro, prata e pedras preciosas. O rei de Portugal oferecia títulos e recompensas paro os descobridores. Os bandeirantes vasculharam o centro-oeste do Brasil. Só no final do século XVII (1693), ocorreu o primeiro grande achado de ouro. Começava uma nova fase da história do Brasil.
Postado por Profª. Rosangela Leite às
1-Por que os habitantes da Capitania de São Vicente, principalmente os paulistas, se embrenharam pelo sertão? O que procuravam?
R: Os habitantes de São Vicente não desenvolveram uma economia exportadora e também não compravam nada da metrópole. Fabricavam tudo o que usavam, cultivavam roças de subsistências, usavam mão-de-obra indígena. Isolados, buscavam forma para sair da pobreza, entraram pelo sertão em busca de índios, ouro e pedras preciosas

2- Qual a importância das bandeiras para a história do Brasil?
Resposta....
Basicamente elas abriram o interior da colônia para a exploração e a ocupação passando além do meridiano de Tordesilhas.



olha que interessante...
Estados Nacionais, Abso-lutismo e Mercantilismo

Preliminares: o período da His-tória Moderna

1. A História Moderna compre-ende o período entre a crise do sistema feudal (século 15) e o ad-vento do capitalismo industrial (sé-culo 18).

2. O Estado moderno é o per-sonagem central desse período. Opõe-se às tendências particularis-tas feudais ou urbanas e às ten-dências universalistas da Igreja e do velho ideal de Império.

3. Os Estados nacionais emer-gentes adotam políticas econômi-cas de caráter mercantilista, com variações locais.

4. O mercantilismo serve como rótulo geral para se descreverem as práticas econômicas do mundo europeu (e colonial) desde o Renascimento até as Revoluções Burguesas do século 18.

Estado moderno, mercantilismo e sistema colonial

1. A partir do século 15 (sobretu-do após a Guerra dos Cem Anos, entre França e Inglaterra), consolidam-se os Estados europeus atlânticos. Baseados no regime monárquico, esses Estados definem a “Europa”: cada Estado passa a se firmar em relação aos outros. Nesse novo sistema econômico internacional (capitalismo comercial), o Estado exerce papel intervencionista e
2. coordenador da economia ao longo dos séculos 16, 17 e 18.

3. O Estado moderno caracteriza-se:
a) pelo desenvolvimento de novas relações econômicas e políticas, envolvendo os príncipes, as burguesias e as nobrezas fundiárias;
b) pela contínua expansão geográfica (mercados) ;
c) pela formação de máquinas administrativas poderosas e centralizadas, com vistas à cobrança de impostos e controle de monopólios;
d) pelos conflitos ("desco-brimentos”, guerras coloniais, pirataria) ;
e) pelo monopólio da força (exércitos profissionais e marinhas) ;
f) pela ideologia do “direito divino” dos reis.

4. O mercantilismo visa a unifica-ção do Estado e se exerce através da:
a) abolição das alfândegas internas;
b) unificação dos pesos e medidas;
c) tributação em escala na-cional (impostos) ;
d) política tarifária protecio-nista (em benefício dos produtos nacionais) ;
e) ampliação e defesa de suas colônias;
f) defesa da balança co-mercial favorável, com vistas ao ingresso do ou-ro e da prata.

5. Com isso, desenvolve-se o ca-pital comercial, definem-se os merca-dos internos (nacionais), consolida-se a idéia de Estado-nação e articulam-se os sistemas coloniais.

O mercantilismo na História Moderna

1. A política protecionista tor-na-se prática fundamental na época moderna, tanto na França como na Inglaterra, Espanha e Portugal. Concedem-se privilégios a novas produções (manufaturas) contra os concorrentes estrangeiros.

2. Os monopólios são privilé-gios dos Estados ou reservados à classe mercantil das metrópoles. As companhias de comércio se organi-zam, sob controle das Coroas, que controlam o “exclusivo colonial”. Por isso, as economias coloniais são altamente especializadas: con-centram-se na produção de poucos produtos raros na Europa e são consumidoras dos manufaturados europeus. O lucro elevado deve-se ao efeito do monopólio.

3. O mercantilismo no século 17: França e Inglaterra são os úni-cos Estados capazes de implemen-tar políticas mercantilistas coeren-tes e de relativa eficiência. Richeli-eu e Colbert, na França, as grandes companhias de comércio e os Atos de Navegação de Cromwell, na Inglaterra, são expressões dessa política.

4. O mercantilismo no século 18: na Inglaterra, a participação dos comerciantes na elaboração prática da política econômica do Estado é mais regular do que na França, onde a apologia da indús-tria é mais freqüente. Esse fato explicará a hegemonia inglesa e as condições para a eclosão da Revo-lução Industrial na Inglaterra, no século 18.

Notas

 A caminho do capitalismo industrial
A História Moderna estende-se da crise do sistema feudal (século 15) ao advento do capitalismo industri-al (século 18).
Nesse período, a partir do século 16 o mercantilismo dominou a vida econômica, social e cultural. Tal política foi decisiva para ajudar na consolidação dos Estados europeus atlânticos. Ela se opunha às ten-dências particularistas dos feudos e das cidades e também às tendên-cias políticas universalistas da Igre-ja e do Sacro Império Romano-Germânico.
O absolutismo (ou melhor, as mo-narquias absolutistas) surge como um poder político fortemente cen-tralizado, servido em cada Estado por uma rígida administração de funcionários civis e militares, a serviço da Coroa.
Essas foram as características do-minantes do Estado moderno, a-gente principal do capitalismo co-mercial, denominação do novo sis-tema econômico mundial posterior ao feudalismo.
O surgimento das monarquias ou Estados absolutistas está associado à criação de monopólios e de com-panhias de comércio, à montagem dos sistemas coloniais no Novo Mundo e, sobretudo, à ação da burguesia comercial.
Mas a época moderna foi também, como denominou Leo Huberman, a "Idade dos Mendigos”. Nesse qua-dro, a contrapartida da ascensão da burguesia foi a pobreza e a des-classificação social: a figura de D. Quixote, do espanhol Cervantes, bem o demonstra.

 O mercantilismo serve como rótulo geral para se descre-verem as práticas econômicas na Europa e no mundo colonial, do fim da Idade Média até as Revoluções burguesas do séc. XVIII.

 Conseqüências importan-tes da centralização do Estado:
* fortalecem-se as burguesias na-cionais;
* criam-se instrumentos e condi-ções para uma melhor acumulação de capitais {nas finanças e nas atividades manufatureira, comerci-al, colonial, extrativa, por exemplo) ;
* o movimento da Ilustração – o reformismo das "luzes” do século 18 – será expressão da busca de racionalidade nos campos da políti-ca, da economia, da sociedade e da cultura. Essa racionalidade (de “razão”) opunha-se ao absolutismo dogmático, ao Estado de "direito divino”, à sociedade estática (divi-dida em três estados ou ordens), à política colonialista e ao controle dos monopólios pelo Estado absolu-tista (que barrava o direito de mui-tos, beneficiando apenas um setor restrito da burguesia) ;
* o fortalecimento das burguesias nacionais, no século 18, levará o processo político e social do refor-mismo à “Era das Revoluções Bur-guesas”. A Revolução Francesa (1789) será o marco fundamental na abertura de uma nova época, que denominamos História Con-temporânea.

 Das cidades-estado aos Estados-nação
Importante notar que a consolida-ção dos Estados nacionais não se deu isoladamente. A monarquia absolutista surge como poder polí-tico centralizado que, junto com a administração de funcionários a serviço do monarca, forma o Esta-do.
O sistema econômico europeu está nascendo e cada Estado passa a se definir em relação aos outros, seja competindo, seja fazendo alianças no plano internacional.
As guerras, os pactos, as alianças e os tratados constituem as marcas externas das histórias profundas dos Estados-nação.
O equilíbrio europeu passa a ser um dado importante na história das relações internacionais. Por sua vez, as disputas coloniais freqüen-temente alteraram esse equilíbrio.
O surgimento das monarquias mo-dernas se dá simultaneamente à articulação do novo sistema eco-nômico mundial – o capitalismo comercial –, uma vez que o Estado passou a exercer um papel inter-vencionista na economia ao longo dos séculos 16, 17 e 18, através dos monopólios e das companhias de comércio. Expressão máxima desse intervencionismo foi a mon-tagem dos sistemas coloniais.

 Em síntese, os Tempos Modernos caracterizam-se pe-los seguintes aspectos:
* desenvolvimento de novas rela-ções econômicas e políticas, envol-vendo a nobreza fundiária, os prín-cipes e as burguesias. As diferentes regiões, sistemas produtivos e ca-madas sociais passam a fazer parte de um todo articulado pelo capita-lismo comercial;
* expansão geográfica do mundo até então conhecido pelos euro-peus;
* formação de uma máquina admi-nistrativa forte e centralizada, ca-paz de orientar o processo de ex-pansão forjando uma política e dando uma direção e um sentido;
* “descoberta” e conquista de no-vos mundos, ocasionando conflitos, guerras e tensões (como a que resultou do Tratado de Tordesilhas entre Portugal e Espanha, a respei-to do Brasil; ou as invasões holan-desas no Brasil no século 17). Defi-ne-se uma nova divisão internacio-nal e econômica do trabalho e da produção. O sistema escravista será ativado, agora com mão-de-obra africana, para a empresa co-lonial. Essa expansão é o traço primeiro da articulação da econo-mia mundial capitalista.

A interpretação do historiador Fer-nando A. Novais mostra o papel fundamental que a economia colo-nial representou na consolidação do mercantilismo: “Fator ao mesmo tempo de fortalecimento do Estado e de desenvolvimento burguês, a economia colonial, na medida em que complementa a economia me-tropolitana, dá-lhe possibilidade de pôr efetivamente em execução os ditames da política mercantilista; independendo das demais potên-cias por complementar-se nas co-lônias, o Estado colonizador tem condições de disputar e conquistar mercados, fomentando o crescente ingresso de bulhão (metal precioso) dentro de suas fronteiras” (cf. “O Brasil no quadro do antigo sistema colonial”, em Brasil em Perspecti-va).

 A política colonial de Por-tugal e a da Espanha fazem parte do esquema mais amplo da política mercantilista. Os Estados coloniza-dores têm como objetivos:

* resguardar a área de seu império colonial contra os interesses das demais potências, evitando a con-corrência destas;

* administrar a colônia a partir da metrópole: a preocupação fiscal dominará todo o mecanismo admi-nistrativo;

* defender o monopólio do comér-cio colonial (o exclusivo comercial) e enfatizar o caráter de exploração mercantil de todo o sistema. O monopólio é privilégio do Estado ou reservado à classe mercantil da metrópole (comerciantes nacionais) ; ele define, portanto, todo o sis-tema colonial.

 Em síntese, o Estado mo-derno realiza, a partir do século XVI, a política burguesa (atra-vés do exclusivo) e se fortalece abrindo novas fontes de tribu-tação. Os estímulos provenientes do sistema colonial são o pré-requisito para o desenvolvimento da economia da metrópole, uma vez que promovem, simultanea-mente, a acumulação de capitais por parte dos grupos empresariais e a expansão de mercados consu-midores de produtos manufatura-dos.
A economia colonial é altamente especializada (extração de metais nobres, no caso da Espanha; pro-dução de gêneros tropicais, no caso de Portugal) devido aos interesses do capitalismo comercial que a criou. Concentra-se na produção de poucos produtos raros na Europa e num excelente consumo dos produ-tos manufaturados europeus. Não se pode esquecer, todavia, que ela gera um lucro extraordinariamente elevado, resultante do monopólio, ou seja, de concessões especiais a determinadas companhias de co-mércio e navegação efetuadas pela Coroa.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

ESCOLA AUGUSTO KRUG NETTO-7º ano B & C





Renascimento (ou Renascença) foi um período na história do mundo ocidental com um movimento cultural marcante na Europa, considerado como um marco do final da Idade Média e o início da Idade Moderna. Começou no século XIV na Itália e difundiu-se pela Europa no decorrer dos séculos XV e XVI.

Além de atingir a Filosofia, as Artes e as Ciências, o Renascimento fez parte de uma ampla gama de transformações culturais, sociais, econômicas, políticas e religiosas que caracterizam a transição do Feudalismo para o Capitalismo. Nesse sentido, o Renascimento pode ser entendido como um elemento de ruptura, no plano cultural, com a estrutura medieval.

O Renascimento Cultural manifestou-se primeiro na Península Itálica, tendo como principais centros as cidades de Milão, Gênova, Veneza, Florença e Roma, de onde se difundiu para todos os países da Europa Ocidental. Porém, o movimento apresentou maior expressão na Itália. Não obstante, é importante conhecer as manifestações renascentistas da Inglaterra, Alemanha, Países Baixos, e menos intensamente, de Portugal e Espanha.



Para saber mais, visite:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Renascimento/espero que tenha aprendido muitas coisas com essa aula

ATIVIDADES
1-O QUE FOI O RENSCIMENTO CULTURAL
2-DEFINA TEOCENTRISMO E ANTROPOCENTRISMO
3-cOMO ERA O PENSAMENTO DO HOMEM NO PERIODO MODERNO]
CONCLUA ESSA AULA? NAS POSTAGENS-2.0 PONTOS

UM BEIJOS NO CORAÇÃO DE CADA UM!!!!

terça-feira, 9 de junho de 2009

2ºano hitória -vespertino

REVISÃO PARA TESTE-GRANDES NAVEÇÕES X GLOBALIZAÇÃO
RENASCIMENTO CULTURAL
AS CIVILIZAÇÕES INCAS ASTESCAS E MAIAS.
REFORMA RLIGIOSA




1º ano Enino médio -aula do dia 9/06




GRÉCIA ,ATENAS E ESPARTA.


VOÇÊS FIZERAM A LEITURA, TIVERAM OS SEMINÁRIOS.....AGORA VAMOS RESPONDER?

DEFINA OS ASPECTOS CULTURAIS, SOCIAIS E POLíTICOS DA GRÉCIA ATÉ ATUALIDADE?

O que foi a guerra de Tróia?http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_de_Troia

Textualize sobre Atenas?







A Guerra de Tróia no Cinema
Tróia (2004) - EUA/UK
As troianas (2004) - EUA
Helena de Tróia (2003) - EUA
A Odisséia (1997) - EUA,UK,Itália, Grécia, Alemanha
Electra (1981) - Alemanha
Ifigênia (1977) - Grécia
As troianas (1971) - EUA/Grécia/UK
As troianas (1963) - México
Electra (1962) - Grécia
A ira de Aquiles (1962) - Itália
A lenda de Enéias (1962) - Itália/França
A guerra de Tróia (1961) - Itália/França
Helena de Tróia (1956) - EUA/Itália

aula 7C-matutino-data09/06




*
Olá espero que tenham aproveitado a aula de hoje , sobre o período do Renascimento Cultural;
O que foi esse período com tantas transformações?

AULA DE HISTÓRIA DO 9-C-DATA-9/06/2009






Olá pesoa espero que tenham gostado das aulas de hoje.
Trabalhamos o FASCISMO NA ITÁLIA;RESOLVEMOS AS ATIVIDADES DAS PAGINAS 132 E 133 DO LIVRO DIDÁTICO. http://cafehistoria.ning.com/


E ASSISTIMOS A UM MBOM FILME -"AS TORRES GEMAS"

AGORA VOÇE VAI POSTAR SUA CONCLUSÃO DO FILME VALENDO-1.0

segunda-feira, 8 de junho de 2009

ESCOLA ESTADUAL AUGUSTO KRUG NETTO-AVALIAÇÕES BIMESTRAIS


AVALIAÇÕES BIMESTRAIS II-BIMESTRE

ENSINO FUNDAMENTAL-6º AO 9º ANO
25/06-HISTÓRIA
25/06-ARTES

26/06-PORTUGUÊS
30/06- INGLÊS E CIÊNCIAS
01/07-MATEMÁTICA
02/07-GEOGRAFIA



ENSINO MÉDIO
25/06-MATEMÁTICA E LITERATURA
26/06-PORTUGUÊS E QUÍMICA
30/065-FÍSICA -INGLÊS
01/07- BILOGIA E SOCIOLOGIA
02/07-GEOGRAFIA E FILOSOFIA
03/07-HISTÓRIA E ARTES

"NÓS SOMOS NOSSOS PRÓPRIOS ARQUITETOS "

sábado, 6 de junho de 2009

Mundo de sofia

Mundo de sofia

O Mundo de Sofia - Jostein GaarderO que dizer sobre este livro? Apenas uma palavra: Maravilhoso! Do que se trata? É a estória de uma jovem prestes a completar 15 anos que começa a receber correspondências misteriosas. As cartas a levam a refletir sobre a vida e a trilhar toda a história da filosofia ocidental. Com uma narrativa envolvente e surpreendente, o autor resgata a filosofia formal dos grandes pensadores para o cotidiano das pessoas comuns. Vale a pena ler? Com certeza!!!

Bjss Professora- MÁRCIA TOMAZ


essa leitura será cobrada no 3º bimestre

Filosofia 1º ano-Jorge amado

II-bimestre


Definições dos Filósofos sobre a Filosofia
FILOSOFIA: palavra de origem grega (filo: amizade,amor; Sofia: sabedoria), a mãe de todas as ciências, surgiu aproximadamente no século V a.C. na Grécia.
A filosofia é dividida em: teórica, prática e estética.
Filosofia teórica: é composta por metafísica, epistemologia e teoria da linguagem. Metafísica é o estudo das coisas que estão para além da vida (Deus). Epistemologia é o estudo da ciência, trata dos fundamentos da ciência. Teoria da linguagem se preocupa em saber o que é que faz com que as teorias tenham sentido.
•Filosofia prática: é composta por ética e política. Ética trata das regras do comportamento humano. Política trata das condições sociais para a implementação da ética.
Filosofia estética: trata da arte, da beleza, é a discussão daquilo que nos agrada sem a necessidade de apresentar razões
Filosofia - comportamento compreensão da realidade do seres humanos, origem, sentido da existência, sabedoria, estudo da vida.
Em minha opinião não basta, simplesmente, crer, ou ter fé em alguma coisa, pois tão somente intuir não aplaca toda a ansiedade do espírito, que também é intelecto, é razão. A simploriedade do espírito é bela. A cientificidade, o seu intelecto, a sua lógica é a sua lucidez, seu brilho. A sua sensibilidade é o seu carisma, seu fascínio. A sua sabedoria é o seu divinal suspiro. É preciso, portanto, a simplicidade e humildade para assimilar as verdades, haurirem-las, em hausto de alegria e paz, a cada novo arrebol, a cada novo raiar do sol. É preciso ciência, conhecimento, para concatena-las, classificar, catalogar essas verdades, para dispor delas com abalizado discernimento, proficuamente, utilmente. É preciso a sensibilidade para encontrar nas coisas simples da vida, como um sorriso, um olhar terno, o perfume suave de uma flor, alento, inspiração, felicidade, alegria, harmonia e paz. É preciso sabedoria para coadunar, reunir no espírito a simplicidade, a ciência e a sensibilidade. Mas não é necessário sermos sumidades em filosofia, em poesia, em ciência, mas se tivermos laivos dessas três áreas do conhecimento, creio, estaremos num bom caminho e, certamente, indubitavelmente, chegaremos a algum lugar. A Filosofia é um desses esforços para compreedermos as coisas que estão ao nosso redor, vivendo a vida haurindo dela uma compreensão, um entendimento, uma visão maior.


Filosofia do grego philos= amor,amizade + sophia=sabedoria
A palavra que hoje universalmente designa este saber que é a filosofia, é de cunho grego: philosophia "amor à sabedoria". Atribui-se a Pitágoras a composição do nome. Para este tema é essencial considerar os textos de Cícero e de Diógenes Laércio, ambos citando Heráclides Pôntico, discípulo de Platão. Por outro lado, é interessante aprofundar-se no processo de transição do que se chamava sabedoria para o que se veio a designar por filosofia. Após a tradução de alguns textos, teceremos alguns comentários sucintos.
formação e reflexão de idéias (ou visões de mundo) em uma situação geral, abstrata ou fundamental. Originou-se da inquietação gerada pela curiosidade humana em compreender e questionar os valores e as interpretações comumente aceitas sobre a sua própria realidade. As interpretações comumente aceitas pelo homem constituem inicialmente o embasamento de todo o conhecimento.
Podemos resumir que a filosofia consiste no estudo das característica mais gerais e abstratas do mundo e das categorias com que pensamos: Mente (pensar), matéria (o que sensibiliza noções como quente ou frio sobre o realismo), razão(lógica), demostração e verdade. Pensamento vem da palavra Epistemologia "Epistemo" significa "ter Ciência" "logia" significa Estudo. Didaticamente, a Filosofia divide-se em:
• Epistemologia ou teoria do conhecimento: trata da crença, da justificação e do conhecimento.
• Ética: trata do certo e do errado, do bem e do mal.
• Filosofia da Arte ou Estética: trata do belo.
• Lógica: trata da preservação da verdade e dos modos de se evitar a inferência e raciocínio inválidos.
• Metafísica ou ontologia: trata da realidade, do ser e do nada.
Em "Eutidemo" de Platão, é o uso do saber em proveito do homem, o que implica em, 1º, posse de um conhecimento que seja o mais amplo e mais válido possível, e , 2º , o uso desse conhecimento em benefício do homem.
Para René Descartes, significa o estudo da sabedoria.
Para Thomas Hobbes, é o conhecimento causal e a utilização desse em benefício do homem.
Para Immanuel Kant, é ciência da relação do conhecimento à finalidade essencial da razão humana, que é a felicidade universal; portanto, a Filosofia relaciona tudo com a sabedoria, mas através da ciência.
Para John Dewey, é a crítica dos valores, das crenças, das instituições, dos costumes, das políticas, no que se refere seu alcance sobre os bens

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HTTP://FILOSOFIAEMXEQUE:PRÉ socráticos
1-“Vou explicar-me, e não será argumento sem valor, a saber: que nenhuma coisa é una em si mesma e que não há o que possas denominar com acerto ou dizer como é constituída. Se a qualificares como grande, ela parecerá também pequena; se pesada, leve, e assim em tudo o mais, de forma que nada é uno, ou algo determinado ou como quer que seja. Da translação das coisas, do movimento e da mistura de umas com as outras é que se forma tudo o que dizemos existir, sem usarmos a expressão correta, pois em rigor nada é ou existe, tudo devém. Sobre isso, com exceção de Parmênides, todos os sábios (…) estão de acordo: Protágoras, Heráclito e Empédocles (…)”. Platão. Teeteto. Trad. Carlos Alberto. Tendo em vista o trecho de Platão citado acima, explique, a partir da distinção entre o uno de Parmênides e o devir de Heráclito, por que no mobilismo nada é e por que para Parmênides apenas o Ser .
2- A relação entre mito e logos pode ser ilustrada a partir do seguinte fragmento do poema Sobre a Natureza de Parmênides: “e a deusa me acolheu benévola”.Mão direita tomou e assim dizia e me interpelava:
Ó jovem, companheiro de aurigas imortais; Tu que assim conduzido chega à nossa morada,
Salve! Pois não foi mal destino que te mandou perlustrar. Essa via “(pois ela está fora da senda dos homens)...”
Após ler o fragmento, escolha a alternativa que melhor representa a relação mito-logos nas origens da filosofia:
A( )A verdade filosófica aparece no poema de Parmênides como revelação divina e experiência mística, que são incompatíveis com o pensamento filosófico racional. A deusa do poema mostra que o conhecimento supremo esta fora do alcance da razão humana.
B( )A verdade filosófica no poema de Parmênides, é apresentada por meio de representações míticas que o filósofo retira de uma tradição religiosa. Essas imagens se transpõem, sem deixar de ser místicas, em uma filosofia do ser que busca o objeto inteligível do logos, ou seja, do pensamento racional e do Uno.
C( )A verdade filosófica, por ser revelação da deusa, é obtida apenas por experiência religiosa. As representações míticas do poema de Parmênides indicam que a filosofia grega do séc. V a.C. é irracional, pois não usa de categorias lógicas do rigor argumentativo.
D( )A filosofia representa o pensamento estritamente racional, que busca uma explicação do mundo somente por meios materiais. Por essa razão, o poema de Parmênides ainda não representa o pensamento filosófico do século V a.C., caracterizado por uma ruptura com todas as imagens míticas da tradição cultural grega.
3-“Só é possível pensar e dizer que o ente é, pois o ser é, mas o nada não é; sobre isso, eu te peço, reflita, pois esta via de inquérito é a primeira de que te afasto; depois afasta-te daquela outra, aquela em que erram os mortais desprovidos de saber e com dupla cabeça, pois, no peito, a hesitação dirige um pensamento errante: eles se deixam levar surdos e cegos, perplexos, multidão inepta, para quem ser e não ser é considerado o mesmo e não o mesmo, para quem todo o caminho volta sobre si mesmo”. Parmênides, Sobre a Natureza, 6, 1-9. Sobre este trecho do poema de Parmênides, é correto afirmar que......
4-):"Para os que entram nos mesmos rios, correm outras e novas águas. (...) Não se pode entrar duas vezes no mesmo rio".
"Necessário é dizer e pensar que só o ser é, e o nada, ao contrário, nada é: afirmação que bem deves considerar".
A partir dos fragmentos acima, estabeleça as principais diferenças entre as concepções do ser de Heráclito e de Parmênides.
6) (UFMS) 2007) “Ao Logos, razão e palavra do que sempre é, os homens são incapazes de compreendê-lo, tanto antes de ouvi-lo quanto depois de tê-lo ouvido pela primeira vez, porque todas as coisas nascem e morrem segundo este Logos. Os homens são inexperientes, mesmo quando eles experimentam palavras ou atos tais quais eu corretamente os explico segundo a natureza, separando cada coisa e explicando como cada uma se comporta. Enquanto isso os outros homens esquecem tudo o que eles fazem despertos assim como eles esquecem, dormindo, tudo o que eles vêem.” . Pré-Socráticos. A partir do aforismo de Heráclito, responda às questões propostas: Justifique as duas respostas com trechos do texto de Heráclito.
A) Heráclito pode corretamente ser caracterizado como um filósofo empirista, cuja fonte de conhecimento se encontra nas sensações?
B) Qual é o fundamento permanente de todo conhecimento e quem, segundo o texto, corretamente o conhece e o enuncia?
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Sócrates
Vida do filósofo Sócrates, saiba quem foi Sócrates, Filosofia grega.
Sócrates nasceu em Atenas, provavelmente no ano de 470 AC, e tornou-se um dos principais pensadores da Grécia Antiga. Podemos afirmar que Sócrates fundou o que conhecemos hoje por filosofia ocidental. Foi influenciado pelo conhecimento de um outro importante filósofo grego : Anaxágoras. Seus primeiros estudos e pensamentos discorrem sobre a essência da natureza da alma humana.
Sócrates era considerado pelos seus contemporâneos um dos homens mais sábios e inteligentes. Em seus pensamentos, demonstra uma necessidade grande de levar o conhecimento para os cidadãos gregos. Seu método de transmissão de conhecimentos e sabedoria era o diálogo. Através da palavra, o filósofo tentava levar o conhecimento sobre as coisas do mundo e do ser humano.
Conhecemos seus pensamentos e idéias através das obras de dois de seus discípulos: Platão e Xenofontes. Infelizmente, Sócrates não deixou por escrito seus pensamentos.
Sócrates não foi muito bem aceito por parte da aristocracia grega, pois defendia algumas idéias contrárias ao funcionamento da sociedade grega. Criticou muitos aspectos da cultura grega, afirmando que muitas tradições, crenças religiosas e costumes não ajudavam no desenvolvimento intelectual dos cidadãos gregos.
Em função de suas idéias inovadoras para a sociedade, começa a atrair a atenção de muitos jovens atenienses. Suas qualidades de orador e sua inteligência, também colaboraram para o aumento de sua popularidade. Temendo algum tipo de mudança na sociedade, a elite mais conservadora de Atenas começa a encarar Sócrates como um inimigo público e um agitador em potencial. Foi preso, acusado de pretender subverter a ordem social, corromper a juventude e provocar mudanças na religião grega. Em sua cela, foi condenado a suicidar-se tomando um veneno chamado cicuta, em 399 AC.
Algumas frases e pensamentos atribuídos ao filósofo Sócrates:
A vida que não passamos em revista não vale a pena viver.
A palavra é o fio de ouro do pensamento.
Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância.
É melhor fazer pouco e bem, do que muito e mal.
Alcançar o sucesso pelos próprios méritos. Vitoriosos os que assim procedem.
A ociosidade é que envelhece, não o trabalho.
O início da sabedoria é a admissão da própria ignorância.
Chamo de preguiçoso o homem que podia estar melhor empregado.
Há sabedoria em não crer saber aquilo que tu não sabes.
Não penses mal dos que procedem mal; pense somente que estão equivocados.
O amor é filho de dois deuses, a carência e a astúcia.
A verdade não está com os homens, mas entre os homens.
Quatro características deve ter um juiz: ouvir cortesmente, responder sabiamente, ponderar prudentemente e decidir imparcialmente.
Quem melhor conhece a verdade é mais capaz de mentir.
Sob a direção de um forte general, não haverá jamais soldados fracos.
Todo o meu saber consiste em saber que nada sei.
Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o Universo de Deus.

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Filosofia é a arte que busca conhecer racionalmente a natureza, o ser humano, o universo e as transformações que neles ocorrem. Entende-se por filosofia grega os períodos que existiram antes e depois de Sócrates, sendo eles: Período pré-socrático, Período socrático, Período sistemático e Período helenístico.

O período pré-socrático ou cosmológico foi caracterizado pela physis (natureza) que buscava entender racionalmente a origem e as transformações ocorridas na natureza ao longo do tempo para também dessa forma entender o que de fato ocorreu com o ser humano. Nesse período se destacou Tales de Mileto.

O período socrático ou antropológico foi marcado pela democracia que dava igualdade a todos nas polis (cidades) dando direito à participação no governo e ainda pela mudança na educação grega já que as pessoas precisavam saber falar e induzir as demais.

O período sistemático marcado pela atuação de Aristóteles que introduziu todo o saber inespecífico para que se conhecesse todas as coisas que abrangesse vários princípios e várias formas do pensamento, o que recebeu o nome de lógica.

O período helenístico foi marcado por seu aparecimento após a decadência política das polis e pelo aparecimento de doutrinas que além de trabalhar com a natureza e a lógica, buscavam enfatizar a felicidade e a ensinar formas de dirigir a vida.

Em tais períodos houve filósofos de atos destacados como: Sócrates que fundou a filosofia humanista, Platão como seguidor de Sócrates fundou a Academia de Atenas e Aristóteles que considerado o maior filósofo sistematizou a lógica e vários outros conhecimentos como metafísica, moral e política


Projeto I Bimestre-2009

Uma Horta na Escola” com alunos

.



Objetivo Geral



Sensibilizar e conscientizar os jovens de que a vida depende do ambiente e o ambiente depende de cada cidadão deste planeta.



Objetivos Específicos



- Dar oportunidade aos alunos de aprender a cultivar plantas utilizadas como alimentos;

- Criar, na escola, uma área verde produtiva pela qual, todos se sintam responsáveis;

- Estimular os alunos a construírem seu próprio conhecimento no contexto interdisciplinar;

- Contextualizar os conteúdos aos problemas da vida urbana;

- Construir a noção de que o equilíbrio do ambiente é fundamental para a sustentação da vida em nosso planeta.



Atividades ligadas ao uso do solo tais como revolver a terra, plantar, arrancar mato, podar, regar não só constituem ótimo exercício físico como representam uma forma de aprendizado saudável e criativo, tal qual o contato com as coisas da natureza. Este projeto procura despertar o interesse do aluno no cuidado com o ambiente, criando na escola, uma área verde produtiva pela qual, todos se sintam responsáveis.


Público Alvo



Alunos do 1º Segmento do Ensino Fundamental e alunos da Educação Infantil do Colégio de Aplicação.



Profissionais Envolvidos




Professores de ciencias
matemática



Orientadores-carlão,marcia tomaz,flavio,Barbazeli,cristiano.
Mas precisamos dos professores de Geeografia.

Metodologia / Apoio Técnico


- Organização dos canteiros de tamanhos variados;

- Assessoria técnica em relação ao que plantar e como cuidar.



Neste projeto, as pessoas devem atuar sempre com muita responsabilidade e compromisso. Os alunos devem estar presentes na maioria das etapas e atividades desenvolvidas na horta, tais como: seleção das espécies a serem cultivadas, plantio, cuidados com a horta e colheita. Os professores devem auxiliar os alunos no desenvolvimento e manutenção da horta e na supervisão dos trabalhos. Podem também elaborar estratégias que permitam trabalhar os conteúdos numa visão interdisciplinar.


A participação dos professores, no projeto, é fundamental, pois serão responsáveis pela supervisão e coordenação das decisões junto à equipe pedagógica.

Pais > valorização dos trabalhos realizados pelos filhos, na escola.



Resultados previstos



- Maior integração do corpo docente;

- Melhora no nível de socialização do aluno;

- Desenvolvimento das habilidades específicas do aluno;

- Melhora do nível de higiene do ambiente escolar;

- Conscientização da necessidade de conservação dos recursos naturais.



Tempo de duração



O projeto se caracteriza por ser uma atividade continuada, portanto, não tem hora ou tempo de duração que possa ser pré-estabelecido. Afinal, uma vez montada a horta é possível imaginar, que a cada ano, novas turmas darão continuidade ao projeto.




Atividades complementares sugeridas



As turmas envolvidas no projeto poderão realizar pesquisas sobre:



- O solo, o clima e os alimentos;

- Os alimentos e o seu valor nutricional;

- A importância do solo na reprodução de alimentos;

- Os cuidados com a preparação do solo;

- Alimentos e seu valor nutricional;

- Receitas pesquisadas junto a familiares e outras pessoas da comunidade que contenham os alimentos cultivados na horta;

- Atividades relacionadas ao conteúdo programático de cada série.



(NOssos canteiros estão lindos)

PROJETOS ESCOLA ESTADUAL AUGUSTO KRUG NETTO




1º ANO -VESPERTINO

E. E. Augusto krug netto
Avaliação de História
Aluno(a):_______________________________________________________________________________
Valor: Dez
Prof.ª Márcia tomaz
Data:___/___/2009 Série: 1ºB
Leia atentamente antes de responder.
Responda usando caneta azul e faça letra legível
1. Leia as seguintes frases sobre o trabalho do historiador e marque a errada.
Habilidade: Compreender como atuam os historiadores.
a-( ) Os historiadores estudam as ações humanas e as sociedades ao longo do tempo com base em diferentes vestígios.
b- ( ) Para elaborar seu trabalho de pesquisa, o historiador deve analisar as fontes históricas, extraindo delas diferentes
informações: quem as produziu, em que época, para que serviam e como eram utilizadas.
c- ( ) Apesar de estudar o passado, o trabalho do historiador liga-se ao seu tempo, pois é a partir de valores, costumes
e questionamentos presentes que ele elabora seu trabalho de pesquisa.
d- ( ) Para escrever a história, não é necessário analisar as fontes históricas: precisa, isto sim, perceber no tempo
presente aquilo que permanece inalterado




3- Como os historiadores convencionais dividiram a história?
Habilidades: Conhecer a tradicional divisão da História.
4. Leia os textos e responda as seguintes questões:
Habilidade:Comparar as diferentes visões a respeito do surgimento da vida no planeta.
A origem da vida
Texto 1
As primeiras moléculas orgânicas surgiram por meio da combinação dos gases com as descargas elétricas da atmosfera primitiva. Após milhões de anos, essas moléculas teriam se tornado cada vez mais organizadas e formaram os primeiros seres vivos. Assim, toda a vida na terra teria se originado desses primeiros organismos, formados nos oceanos há quarto bilhões de anos.
Texto 2
“No princípio, Deus criou o céu e a terra (...) Deus disse: ‘Que exista luz’ e a luz começou a existir. Deus viu que a luz era boa. E Deus separou a luz e as trevas: à luz Deus chamou ‘dia’ e às trevas chamou ‘noite’ (...).Deus disse: ‘Que a terra produza seres vivos conforme a espécie de cada um: animais domésticos, répteis e feras, cada um conforme a sua espécie’. E assim se fez (...). Deus disse: ‘Façamos o homem à nossa imagem e semelhança. Que ele domine os peixes do mar, as aves do céu, os animais domésticos, todas as feras e todos os répteis que rastejam sobre a terra.”
Gêneses 1,1-26. Bíblia Sagrada. São Paulo: Paulus, 1990. p. 14-1
a) Qual desses textos apresenta uma visão evolucionista da vida no planeta? ____________________________________________
b) Qual dos textos apresenta uma visão religiosa da origem da vida no planeta?__________________________________________

5. Leia o texto para completar a ficha sobre os australopitecos
Habilidades: Identificar o gênero australopitecos, que deu origem ao homo

O gênero australopitecos
O ser humano faz parte da família dos hominídeos, que reúne as espécies extintas dos primeiros homens e o homem moderno. Entre as espécies extintas há uma muito importante, cujo nome científico é Australopithecos. Esse gênero possui diversas espécies como: anamensis, afarensis, africanus, boisei, robustos e outros.
O gênero apareceu cerca de 3,5 milhões de anos atrás provavelmente na África. As primeira espécies mediam cerca de 105 centímetros de altura e tinham massa aproximadamente de 30 a 40 quilogramas. O cérebro era do tamanho do de um chimpanzé. O australopitecos já andava ereto, mas, provavelmente, não falavam.
Acredita-se que, entre as últimas espécies de australopitecos, uma teria incluído a carne em sua alimentação. Essa alteração do hábito alimentar teria possibilitado um acúmulo de proteínas, o que permitiu o aumento do cérebro e o surgimento da espécie homo.
a) Nome científico do gênero: _________________________________________________________________________
b) Nome das espécies: _________________________________________________________________________
c) Local onde viviam: _________________________________________________________________________
d) Altura aproximada: _________________________________________________________________________
e) Massa aproximada: _________________________________________________________________________
f) Tamanho do cérebro: _________________________________________________________________________
g) Época em que surgiram: _________________________________________________________________________
h) Postura do andar: _________________________________________________________________________
6- Sobre a Pré-História, leia e responda:
Habilidade:Comparar as diferentes visões a respeito da vida no planeta.
Pré-História
“Quando se fala em pré-história, é comum se pensar numa época longínqua, quando o mundo era habitado por gigantescos dinossauros e homens rudes, primitivos, com feições de macaco. Foi assim que o cinema, a TV, enfim, os meios de comunicação de massa, estereotiparam a pré-história. Quem é que não assistiu, na televisão, aos ‘Flintstones’, um divertido desenho animado de Hanna e Barbera?
A verdade, entretanto, é bem diferente. Há mais de cem milhões de anos, quando efetivamente os dinossauros passeavam pelo planeta, faltavam cerca de noventa milhões de anos para surgir o primeiro mamífero que pode ser considerado um antepassado do homem. Noventa milhões de anos.”
(OLIVIER, Antonio Carlos. Obra citada. P.2)
a) – De forma geral, as informações que recebemos dos meios de comunicação sobre a pré-história são verdadeiras? Justifique sua resposta:_________________________________________________________________________________
b)- Os homens pré-históricos conheceram os dinossauros? _________________________________________________________
) Justifique com base no texto7- Chegada do homem a América:
Habilidade:Reconhecer as principais hipóteses e teorias sobre a a chegado dos primeiros seres humanos à América
“Os índios que vivem no Brasil e seus ancestrais remotos – que chegaram o nosso continente há não muito mais de 11mil anos – são caracterizados por um a morfologia craniana (forma e feições de cabeça) similar aos asiáticos – mongóis, chineses e japoneses, por exemplo, denominados coletivamente como povo mongolóides. Já as feições dos primeiros americanos, que muito provavelmente chegaram ao Novo Mundo por volta de 13 ou 14 mil anos, era muito mais similares à dos australianos e africanos atuais. [...] estes povos também vieram da Ásia e entraram pelo Estreito de Bering, que um dia já uniu o extremo norte do Alasca e da Sibéria. Mais tarde, os ancestrais dos índios atuais usaram a mesma rota.”
Revista Nossa História n. 22 2005, p 16.
a) Segundo o texto, quando os primeiros americanos chegaram ao Novo? _________________________________________
b) De que continente vieram? ____________________________________________________________________________
c) A que povos eles eram parecidos? ______________________________________________________________________
d) Por onde entraram na América? ________________________________________________________________________
e) Qual a diferença entre os antepassados dos índios e os primeiros americanos?____________________________________
8-Leia a oração abaixo, dirigida as Ishtar, deusa da fertilidade na antiga Mesopotâmia.
Habilidade: Conhecer a religiosidade da antiga Mesopotâmia
“[...] Que, no rio, haja água de sobra, que no campo possa haver uma segunda colheita, que no pântano haja peixes e os pássaros façam muito ruído, [...]. Que nas florestas os cervos e as cabras selvagem se multipliquem, que o jardim irrigado produza mel e vinho, que nos sulcos as alfaces e verduras cresçam altas, que no palácio haja longa vida. Que ao Tigre e ao Eufrates água da cheia seja trazida, que em suas margens a erva cresça alta, e possam aos prados ser cobertos [...]”
Citado em CARDOSO, Ciro Flamarion.
Antiguidade oriental: política e religião.
São Paulo: Contexto, 1990. p. 37
a) Quais são os pedidos feitos à deusa na oração?__________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________________________
b) Que informações a fonte histórica acima fornece sobre a alimentação e agricultura na antiga Mesopotâmia.
_________________________________________________________________________________________________________
c) A oração menciona um palácio. Quem morava ali? ______________________________________________________________
d) Por que o palácio era tão importante na sociedade mesopotâmica?____________________________________________
2- A que século corresponde os seguintes acontecimentos históricos:
Habilidades: Dominar as unidades de medidas de tempo.
a) Abolição da escravidão no Brasil- 1888: __________________________________
b) Copa do mundo de 2006: __________________________________
c) Reconhecimento Oficial do Brasil pelos portugueses- 1500: __________________________________
d) Governo de Getúlio Vargas - 1930 à 1945: __________________________________
1- Leia o texto e responda as questões abaixo:
Habilidades: Destacar as principais características da antiga civilização chinesa
“A antiga civilização chinesa nasceu na região dos rios Amarelo e Azul. O Estado chinês era poderoso e organizado. Para lutar conta os invasores, mandou construir a célebre Muralha da China, a maior construção da história da humanidade. Em 1215 d.C. a China foi invadida pelos mongóis. Os imperadores mongóis Gênghis Khan e Kublai Kahn construíram um grande império chinês que alcançava a Pérsia.”

a) Nome dos rios onde se desenvolveu a civilização chinesa:________________________________________________________
b) Motivo pelo qual foi construída a Muralha da China: ____________________________________________________________
c) Imperadores mongóis que expandiram o território chinês: ________________________________________________________
d) Cite três importantes invenções chinesas: _____________________________________________________________________

10- Os seguintes povos deram origem ao povo grego, exceto.
Habilidades: Identificar os povos que deu origem ao povo grego
A ( ) Sumérios, Acádios e Babilônios
B ( ) Incas, Maias e Astecas
C ( ) Jônios, Dórios e Aqueus
D ( ) Tupis, Guaranis e Germanos

11- Sobre o Egito, responda:
Habilidades: Localizar a região onde se desenvolveu a civilização egípcia, identificar a cultura e a economia.
O povo africano do Egito vivia nas margens do rio Nilo. As enchentes do Nilo fertilizavam o deserto e possibilitavam a agricultura. Sua escrita, os hieróglifos, era posta nos papiros.
a- Continente:______________________________________________________________________________
b- Rio onde se desenvolveu: __________________________________________________________________
c- Escrita: ________________________________________________________________________________
d- Economia:______________________________________________________________________________

12- Complete as lacunas com as palavras do boxe abaixo
Habilidades: Relacionar as características geográficas da área ocupada pelos fenícios ao desenvolvimento histórico desse povo.
Os fenícios ocupavam uma estreita faixa de terra, localizada entre o Mar ____________________________ e as montanhas do atual _______________________. As altas montanhas e a proximidade do mar levaram os fenícios a desenvolver o _____________________marítimo, atividade em que esse povo mais se destacou. Uma demonstração da presença de mercadores fenícios na costa do Mar Mediterrâneo eram os ____________________________, ou seja, colônias voltadas para o comércio e a troca de mercadorias. Diferentemente dos egípcios, os fenícios não formaram um ________________________ unificado. As cidades fenícias eram ________________________, ou seja, funcionavam de modo _________________________ umas das outras. Entre elas, destacaram-se ________________________, Sídon e ________________________
Mediterrâneo, Líbano, comércio, empórios, Estado, cidades-estados, independente, Biblos, Tiro
13- Associe cada letra a um número.
Habilidades: Identificar os principais momentos da história dos antigos hebreus.
a-Tora b-Canaã c- Cativeiro da Babilônia d- Diáspora e- Sinagoga
( ) Lugar onde os judeus se reúnem para orar.
( ) Principal fonte de estudo para o povo judeus.
( ) Período em que parte dos hebreus permaneceram como prisioneiros na Mesopotâmia.
( ) A Palestina, que os hebreus consideravam a Terra Prometida.
( ) Nome que se dá a dispersão dos judeus por várias partes do Império Romano.

14- Leia e responda.
Habilidades: Identificar aspectos da política persa.
O impérios Persa não tina capital fixa. O reis deslocava com sua corte e guarda pessoal para seus monumentais palácios em Susa, Babilônia, Persépolis, Ecbatana e Parságada. O império estava dividido em províncias chamadas satrapias. Seus governantes, os sátrapas, gozavam de muita autoridade, viviam luxuosamente, possuíam enormes propriedades locais, faziam leis e dispunham de corte e exército particulares. No entanto, suas ações eram vigiadas por secretários persas e pelo exército imperial. Além disso, auditores chamados de “olhos e ouvidos do reis” inspecionavam com freqüência e de improviso as satrapias.

Como o imperador persa conseguia governar povos de línguas e culturas tão diferentes?
__________________________________________________________________________________________________

15- Complete com as palavras abaixo:
Habilidades: Identificar as transformações ocorridas no Império Romano.
A civilização romana recebeu influências culturais dos ______________________ e dos ___________________. Aos pouco, a cidade foi construindo um gigantesco império, que dominou o _________________ e um pedaço do ______________ da África, o Oriente ________________ e grande parte a Europa Ocidental incluindo a ______________________ e a _____________________________. Inicialmente Roma era um reino e, depois se tornou-se uma ____________________________. Depois do assassinato de Julio César, Roma passou a ser governada por um _________________________________.
Etrusco, gregos, Egito, Norte, Médio, França, Bretanha, república, imperador.

2º ANO ENSINO MEDIO -VESPERTINO

Estados Nacionais, Abso-lutismo e Mercantilismo

Preliminares: o período da His-tória Moderna

1. A História Moderna compre-ende o período entre a crise do sistema feudal (século 15) e o ad-vento do capitalismo industrial (sé-culo 18).

2. O Estado moderno é o per-sonagem central desse período. Opõe-se às tendências particularis-tas feudais ou urbanas e às ten-dências universalistas da Igreja e do velho ideal de Império.

3. Os Estados nacionais emer-gentes adotam políticas econômi-cas de caráter mercantilista, com variações locais.

4. O mercantilismo serve como rótulo geral para se descreverem as práticas econômicas do mundo europeu (e colonial) desde o Renascimento até as Revoluções Burguesas do século 18.

Estado moderno, mercantilismo e sistema colonial

1. A partir do século 15 (sobretu-do após a Guerra dos Cem Anos, entre França e Inglaterra), consolidam-se os Estados europeus atlânticos. Baseados no regime monárquico, esses Estados definem a “Europa”: cada Estado passa a se firmar em relação aos outros. Nesse novo sistema econômico internacional (capitalismo comercial), o Estado exerce papel intervencionista e
2. coordenador da economia ao longo dos séculos 16, 17 e 18.

3. O Estado moderno caracteriza-se:
a) pelo desenvolvimento de novas relações econômicas e políticas, envolvendo os príncipes, as burguesias e as nobrezas fundiárias;
b) pela contínua expansão geográfica (mercados) ;
c) pela formação de máquinas administrativas poderosas e centralizadas, com vistas à cobrança de impostos e controle de monopólios;
d) pelos conflitos ("desco-brimentos”, guerras coloniais, pirataria) ;
e) pelo monopólio da força (exércitos profissionais e marinhas) ;
f) pela ideologia do “direito divino” dos reis.

4. O mercantilismo visa a unifica-ção do Estado e se exerce através da:
a) abolição das alfândegas internas;
b) unificação dos pesos e medidas;
c) tributação em escala na-cional (impostos) ;
d) política tarifária protecio-nista (em benefício dos produtos nacionais) ;
e) ampliação e defesa de suas colônias;
f) defesa da balança co-mercial favorável, com vistas ao ingresso do ou-ro e da prata.

5. Com isso, desenvolve-se o ca-pital comercial, definem-se os merca-dos internos (nacionais), consolida-se a idéia de Estado-nação e articulam-se os sistemas coloniais.

O mercantilismo na História Moderna

1. A política protecionista tor-na-se prática fundamental na época moderna, tanto na França como na Inglaterra, Espanha e Portugal. Concedem-se privilégios a novas produções (manufaturas) contra os concorrentes estrangeiros.

2. Os monopólios são privilé-gios dos Estados ou reservados à classe mercantil das metrópoles. As companhias de comércio se organi-zam, sob controle das Coroas, que controlam o “exclusivo colonial”. Por isso, as economias coloniais são altamente especializadas: con-centram-se na produção de poucos produtos raros na Europa e são consumidoras dos manufaturados europeus. O lucro elevado deve-se ao efeito do monopólio.

3. O mercantilismo no século 17: França e Inglaterra são os úni-cos Estados capazes de implemen-tar políticas mercantilistas coeren-tes e de relativa eficiência. Richeli-eu e Colbert, na França, as grandes companhias de comércio e os Atos de Navegação de Cromwell, na Inglaterra, são expressões dessa política.

4. O mercantilismo no século 18: na Inglaterra, a participação dos comerciantes na elaboração prática da política econômica do Estado é mais regular do que na França, onde a apologia da indús-tria é mais freqüente. Esse fato explicará a hegemonia inglesa e as condições para a eclosão da Revo-lução Industrial na Inglaterra, no século 18.

Notas

 A caminho do capitalismo industrial
A História Moderna estende-se da crise do sistema feudal (século 15) ao advento do capitalismo industri-al (século 18).
Nesse período, a partir do século 16 o mercantilismo dominou a vida econômica, social e cultural. Tal política foi decisiva para ajudar na consolidação dos Estados europeus atlânticos. Ela se opunha às ten-dências particularistas dos feudos e das cidades e também às tendên-cias políticas universalistas da Igre-ja e do Sacro Império Romano-Germânico.
O absolutismo (ou melhor, as mo-narquias absolutistas) surge como um poder político fortemente cen-tralizado, servido em cada Estado por uma rígida administração de funcionários civis e militares, a serviço da Coroa.
Essas foram as características do-minantes do Estado moderno, a-gente principal do capitalismo co-mercial, denominação do novo sis-tema econômico mundial posterior ao feudalismo.
O surgimento das monarquias ou Estados absolutistas está associado à criação de monopólios e de com-panhias de comércio, à montagem dos sistemas coloniais no Novo Mundo e, sobretudo, à ação da burguesia comercial.
Mas a época moderna foi também, como denominou Leo Huberman, a "Idade dos Mendigos”. Nesse qua-dro, a contrapartida da ascensão da burguesia foi a pobreza e a des-classificação social: a figura de D. Quixote, do espanhol Cervantes, bem o demonstra.

 O mercantilismo serve como rótulo geral para se descre-verem as práticas econômicas na Europa e no mundo colonial, do fim da Idade Média até as Revoluções burguesas do séc. XVIII.

 Conseqüências importan-tes da centralização do Estado:
* fortalecem-se as burguesias na-cionais;
* criam-se instrumentos e condi-ções para uma melhor acumulação de capitais {nas finanças e nas atividades manufatureira, comerci-al, colonial, extrativa, por exemplo) ;
* o movimento da Ilustração – o reformismo das "luzes” do século 18 – será expressão da busca de racionalidade nos campos da políti-ca, da economia, da sociedade e da cultura. Essa racionalidade (de “razão”) opunha-se ao absolutismo dogmático, ao Estado de "direito divino”, à sociedade estática (divi-dida em três estados ou ordens), à política colonialista e ao controle dos monopólios pelo Estado absolu-tista (que barrava o direito de mui-tos, beneficiando apenas um setor restrito da burguesia) ;
* o fortalecimento das burguesias nacionais, no século 18, levará o processo político e social do refor-mismo à “Era das Revoluções Bur-guesas”. A Revolução Francesa (1789) será o marco fundamental na abertura de uma nova época, que denominamos História Con-temporânea.

 Das cidades-estado aos Estados-nação
Importante notar que a consolida-ção dos Estados nacionais não se deu isoladamente. A monarquia absolutista surge como poder polí-tico centralizado que, junto com a administração de funcionários a serviço do monarca, forma o Esta-do.
O sistema econômico europeu está nascendo e cada Estado passa a se definir em relação aos outros, seja competindo, seja fazendo alianças no plano internacional.
As guerras, os pactos, as alianças e os tratados constituem as marcas externas das histórias profundas dos Estados-nação.
O equilíbrio europeu passa a ser um dado importante na história das relações internacionais. Por sua vez, as disputas coloniais freqüen-temente alteraram esse equilíbrio.
O surgimento das monarquias mo-dernas se dá simultaneamente à articulação do novo sistema eco-nômico mundial – o capitalismo comercial –, uma vez que o Estado passou a exercer um papel inter-vencionista na economia ao longo dos séculos 16, 17 e 18, através dos monopólios e das companhias de comércio. Expressão máxima desse intervencionismo foi a mon-tagem dos sistemas coloniais.

 Em síntese, os Tempos Modernos caracterizam-se pe-los seguintes aspectos:
* desenvolvimento de novas rela-ções econômicas e políticas, envol-vendo a nobreza fundiária, os prín-cipes e as burguesias. As diferentes regiões, sistemas produtivos e ca-madas sociais passam a fazer parte de um todo articulado pelo capita-lismo comercial;
* expansão geográfica do mundo até então conhecido pelos euro-peus;
* formação de uma máquina admi-nistrativa forte e centralizada, ca-paz de orientar o processo de ex-pansão forjando uma política e dando uma direção e um sentido;
* “descoberta” e conquista de no-vos mundos, ocasionando conflitos, guerras e tensões (como a que resultou do Tratado de Tordesilhas entre Portugal e Espanha, a respei-to do Brasil; ou as invasões holan-desas no Brasil no século 17). Defi-ne-se uma nova divisão internacio-nal e econômica do trabalho e da produção. O sistema escravista será ativado, agora com mão-de-obra africana, para a empresa co-lonial. Essa expansão é o traço primeiro da articulação da econo-mia mundial capitalista.

A interpretação do historiador Fer-nando A. Novais mostra o papel fundamental que a economia colo-nial representou na consolidação do mercantilismo: “Fator ao mesmo tempo de fortalecimento do Estado e de desenvolvimento burguês, a economia colonial, na medida em que complementa a economia me-tropolitana, dá-lhe possibilidade de pôr efetivamente em execução os ditames da política mercantilista; independendo das demais potên-cias por complementar-se nas co-lônias, o Estado colonizador tem condições de disputar e conquistar mercados, fomentando o crescente ingresso de bulhão (metal precioso) dentro de suas fronteiras” (cf. “O Brasil no quadro do antigo sistema colonial”, em Brasil em Perspecti-va).

 A política colonial de Por-tugal e a da Espanha fazem parte do esquema mais amplo da política mercantilista. Os Estados coloniza-dores têm como objetivos:

* resguardar a área de seu império colonial contra os interesses das demais potências, evitando a con-corrência destas;

* administrar a colônia a partir da metrópole: a preocupação fiscal dominará todo o mecanismo admi-nistrativo;

* defender o monopólio do comér-cio colonial (o exclusivo comercial) e enfatizar o caráter de exploração mercantil de todo o sistema. O monopólio é privilégio do Estado ou reservado à classe mercantil da metrópole (comerciantes nacionais) ; ele define, portanto, todo o sis-tema colonial.

 Em síntese, o Estado mo-derno realiza, a partir do século XVI, a política burguesa (atra-vés do exclusivo) e se fortalece abrindo novas fontes de tribu-tação. Os estímulos provenientes do sistema colonial são o pré-requisito para o desenvolvimento da economia da metrópole, uma vez que promovem, simultanea-mente, a acumulação de capitais por parte dos grupos empresariais e a expansão de mercados consu-midores de produtos manufatura-dos.
A economia colonial é altamente especializada (extração de metais nobres, no caso da Espanha; pro-dução de gêneros tropicais, no caso de Portugal) devido aos interesses do capitalismo comercial que a criou. Concentra-se na produção de poucos produtos raros na Europa e num excelente consumo dos produ-tos manufaturados europeus. Não se pode esquecer, todavia, que ela gera um lucro extraordinariamente elevado, resultante do monopólio, ou seja, de concessões especiais a determinadas companhias de co-mércio e navegação efetuadas pela Coroa.