sábado, 6 de junho de 2009

1º ANO ENSINO MEDIO HISTORIA B

A Religião na Grécia Antiga
• A Religião da Grécia antiga funcionava assim:
Os gregos praticavam um culto politeísta antropomórfico, em que os deuses poderiam se envolver em aventuras fantásticas, tendo, também, a participação de heróis (Hércules, Teseu, Perseu, Édipo) que eram considerados divinos. Não havia dogmas e os deuses possuíam tanto virtudes quanto defeitos, o que os assemelhava aos mortais no aspecto de personalidade. Para relatar os feitos dos deuses e dos heróis, os gregos criaram uma rica Mitologia.

Normalmente, as cerimônias públicas, mesmo de cunho político, eram antecedidas por práticas religiosas, o que reflete a importância da religião entre os gregos antigos. Mas essa religião foi superada pela Filosofia

Apesar da autonomia política das cidades-estados, os gregos estavam unificados em termos religiosos. Entre as divindades cultuadas estavam: Zeus (senhor dos deuses), Deméter (deusa da terra), Poseidon (deus do mar), Afrodite (deusa do amor), Apolo (deus da luz e das artes), Dionísio (deus do vinho), Atena (deusa da sabedoria), Ártemis (deusa da caça), Hermes (deus das comunicações), Hera (protetora das mulheres) e muitas outras.

Além dos grandes santuários como os de Delfos, Olímpia e Epidauro, os oráculos também recebiam grandes multidões, pois lá se acreditava receber mensagens diretamente dos deuses. Um exemplo claro estava no Oráculo de Delfos, onde uma pitonisa (sacerdotisa do templo de Apolo) entrava em transe e pronunciava palavras sem nexo que eram interpretadas pelos sacerdotes, revelando o futuro dos peregrinos
• _________________________________________________________________Introdução

A civilização grega surgiu entre os mares Egeu, Jônico e Mediterrâneo, por volta de 2000 AC. Formou-se após a migração de tribos nômades de origem indo-européia, como, por exemplo, aqueus, jônios, eólios e dórios. As pólis (cidades-estado), forma que caracteriza a vida política dos gregos, surgiram por volta do século VIII a.C. As duas pólis mais importantes da Grécia foram: Esparta e Atenas.

Expansão do povo grego (diáspora)

Por volta dos séculos VII a.C e V a.C. acontecem várias migrações de povos gregos a vários pontos do Mar Mediterrâneo, como conseqüência do grande crescimento populacional, dos conflitos internos e da necessidade de novos territórios para a prática da agricultura. Na região da Trácia, os gregos fundam colônias, na parte sul da Península Itálica e na região da Ásia Menor (Turquia atual). Os conflitos e desentendimentos entre as colônias da Ásia Menor e o Império Persa ocasiona as famosas Guerras Médicas ou Púnicas (492 a.C.-448 a.C.), onde os gregos saem vitoriosos.
Esparta e Atenas envolvem-se na Guerra do Peloponeso (431 a.C. a 404 a.C.), vencida por Esparta. No ano de 359 a.C., as pólis gregas são dominadas e controladas pelos Macedônios.


• Sociedade da Grécia Antiga

A economia dos gregos baseava-se no cultivo de oliveiras, trigo e vinhedos. O artesanato grego, com destaque para a cerâmica, teve grande a aceitação no Mar Mediterrâneo. As ânforas gregas transportavam vinhos, azeites e perfumes para os quatro cantos da península. Com o comércio marítimo os gregos alcançaram grande desenvolvimento, chegando até mesmo a cunhar moedas de metal. Os escravos, devedores ou prisioneiros de guerras foram utilizados como mão-de-obra na Grécia. Cada cidade-estado tinha sua própria forma político-administrativa, organização social e deuses protetores.

Cultura e religião

Foi na Grécia Antiga, na cidade de Olímpia, que surgiram os Jogos Olímpicos em homenagem aos deuses. Os gregos também desenvolveram uma rica mitologia. Até os dias de hoje a mitologia grega é referência para estudos e livros. A filosofia também atingiu um desenvolvimento surpreendente, principalmente em Atenas, no século V ( Período Clássico da Grécia). Platão e Sócrates são os filósofos mais conhecidos deste período.

A dramaturgia grega também pode ser destacada. Quase todas as cidades gregas possuíam anfiteatros, onde os atores apresentavam peças dramáticas ou comédias, usando máscaras. Poesia, a história , artes plásticas e a arquitetura foram muito importantes na cultura grega.

A religião politeísta grega era marcada por uma forte marca humanista. Os deuses possuíam características humanas e de deuses. Os heróis gregos (semi-deuses) eram os filhos de deuses com mortais. Zeus, deus dos deuses, comandava todos os demais do topo do monte Olimpo. Podemos destacar outros deuses gregos : Atena (deusa das artes), Apolo (deus do Sol), Ártemis (deusa da caça e protetora das cidades), Afrodite (deusa do amor, do sexo e da beleza corporal), Démeter (deusa das colheitas), Hermes (mensageiro dos deuses) entre outros. A mitologia grega também era muito importante na vida desta civilização, pois através dos mitos e lendas os gregos transmitiam mensagens e ensinamentos importantes.

Os gregos costumavam também consultar os deuses no oráculo de Delfos. Acreditavam que neste local sagrado, os deuses ficavam orientando sobre questões importantes da vida cotidiana e desvendando os fatos que poderiam acontecer no futuro.

Na arquitetura, os gregos ergueram palácios, templos e acrópoles de mármore no topo de montanhas. As decisões políticas, principalmente em Atenas, cidade onde surgiu a democracia grega, eram tomadas na Ágora (espaço público de debate político).
http://www.suapesquisa.com/grecia/

___________________********____________________________******_______________________
Civilização Grega - Resumo
Os antigos gregos dividiam a humanidade em duas categori-as: os helenos (eles próprios) e os bárbaros (todos os que não falavam o idioma grego). Toda-via, a essência desse "modo de ser helênico”, não foi geográfica ou lingüistica, mas cultural e social. Foi uma forma de vida característica, corporificada numa instituição básica: a pólis, ou cidade-Estado, espaço das liberdades públicas...
Tal liberdade não significava apenas autogoverno ou respeito à lei e à justiça; era toda uma concepção do universo expresso na frase do filósofo grego Pro-tágoras:
“O homem é a medida de to-das as coisas.”

Atenas - Sociedade:
 eupátridas: representados pelos grandes proprietários;
 georgóis: pequenos propri-etários
 demiurgos, ou povo ateni-ense: artesãos, comercian-tes e camponeses.

Nota: cidadão ateniense era necessariamente apenas os filhos de pai e mãe ateniense.
Os estrangeiros (metecos) e os escravos, não eram conside-rados cidadãos.
Também as mulheres e crian-ças, ficavam á margem, consi-deradas como parte do corpo cívico da pólis, sem gozar de direitos políticos (cidadania).

Portanto, lembre-se: a comuni-dade da pólis clássica, indepen-dentemente de como se dividiu internamente, ergueu-se sobre uma maioria excluída da parti-cipação política.

Atenas - Evolução Política
 até meados do séc. VIII a.C. era uma monarquia, cujo rei (basileus) acumulava as funções de chefe religioso, militar e jurídico ...
 a partir dai a aristocracia eupátrida se fortalece em detrimento do poder dos reis: o governo passa a para as mãos de uma oligarquia de nobres, os arcontes, que formavam o Arcontado.
 à medida em que a nobreza se apropriava das terras cul-tiváveis e, consequentemen-te, adquiria maior poder, os pequenos proprietários em-pobreciam e endividavam-se: perdiam suas proprieda-des e podiam tornar-se es-cravos por dívidas.
 em meados dos séc. VII a.C. Atenas é envolta em lu-tas entre o demos (povo) e os eupátridas. Os comerci-antes davam apoio ao po-vo...
 como resultado dessa crise, surgiram os legisladores ou reformadores...

Atenas: os legisladores...
 Drácon (621 a.C.) redige um duro código de leis que deveria ser obedecido por todos, mas os privilégios da aristocracia permanecem;
 Sólon (594 a.C.) acaba com a escravidão por dívidas e substitui o critério de nas-cimento pelo de riqueza pa-ra a participação política do cidadão (censitário);
 Atenas: as tiranias...
 Pisístrado (561 a.C.), apoia-do pelo partido popular rea-liza uma reforma agrária, distribuindo terras e créditos aos camponeses pobres... mas seus sucessores não conseguiram dar continui-dade à sua política
 Clístenes (506 a.C) marca o fim das tiranias e empreen-de uma série de reformas político-administrativas que dão origem à democracia ateniense, ampliando a par-ticipação política de uma parcela maior da população ateniense.

Atenas - A Democracia: O sécu-lo de ouro
Durante o governo de Péricles (461-429 a.C.), a democracia ateniense atinge sua plenitude, estabelecidos os princípios:
 da isonomia: igualdade de todos perante a lei;
 da isegoria: igualdade de direito ao acesso à palavra na assembléia;
 da isocracia: igualdade de participação no poder.
A democracia era direta, me-diante ao comparecimento do cidadão à Assembléia (Eclésia).
A Assembléia era um comício ao ar livre e suas decisões re-presentavam a palavra final na guerra e na paz, nos tratados, nas finanças, na legislação, nas obras públicas. As reuniões e-ram freqüentes e todos os que compareciam tinham direito de fazer uso da palavra. O povo não podia ser eleito para exer-cer cargos públicos, entretanto, constituiu-se como um tribunal que tinha o direito de julgar todos os casos importantes e eleger os administradores.

Não se esqueça que a cidadania era restrita aos cidadãos, i.é., maiores de 18 anos, do sexo masculino e filhos de pai e mãe ateniense.

Esparta
Esparta foi fundada na Lacô-nia, na península do Pelopone-so, pelos dórios que dominaram os antigos habitantes.
Para manter seus domínios, a aristocracia de origem dória montou uma estrutura organi-zada e isolada das demais pó-leis gregas, através de uma ação militar permanente. Daí a preocupação em fazer com que cada cidadão fosse elemento permanente do exército.

A sociedade em Esparta
 os esparciatas ou esparta-nos: descendentes dos dó-rios, que gozavam de privi-légios e viviam sob rígida disciplina militar;
 os periecos: antigos habi-tantes da Lacônia. Embora fossem livres, não tinham direitos políticos.
 os hilotas, escravos do Es-tado, sem direitos ou qual-quer proteção legal; forma-vam a maioria da popula-ção.
O equilíbrio demográfico entre os esparciatas e os hilotas era garantido pela prática de mas-sacres periódicos, entendidos como “exercícios militares” (krypteia);
A partir dos 7 anos, as crian-ças do sexo masculino eram entregues ao Estado para com-pletar sua educação: “bem obe-decer, resistir às fadigas e ven-cer em combate”;
As mulheres também recebi-am, desde a infância, um rigo-roso treinamento físico e psico-lógico: eram mães e esposas de guerreiros. Gozavam de maior liberdade que as mulheres de outras póleis.

Esparta – Organização Polí-tica
Esparta era uma diarquia, i.é., dois reis reinavam ao mesmo tempo, com funções de caráter militar e religioso.
 Gerúsia, um Conselho com-posto por 28 anciões (ge-rontes), cabia as decisões importantes e a elaboração das leis;
 Ápela, assembléia formada pelos mais importantes ci-dadãos maiores de 30 anos, escolhia os gerontes e ratifi-cava ou não as decisões da Gerúsia.
 cinco Éforos (vigilantes) comandavam as reuniões da Gerúsia e da Ápela, além de fiscalizar a vida pública e econômica dos cidadãos.

Observe que, apesar dos no-mes, a estrutura social é mais ou menos a mesma em todo mundo grego....
Repousa sobre um princípio de desigualdade entre os homens. De um lado, há o homem livre, do outro o escravo (“um objeto de propriedade animada”, nas palavras de Aristóteles), ou o dependente (o hilota em Espar-ta, por ex.), espécie de servo ligado à terra, com um status intermediário entre o escravo-mercadoria e o homem livre...

As póleis gregas (e a posterior República romana) tornaram a escravidão, pela primeira vez, absoluta na forma e dominante na extensão...
Em outras palavras, a pessoa do trabalhador é transformada num objeto, numa mercadoria e o trabalho escravo é utilizado intensivamente em todos os setores da economia e mesmo nos trabalhos domésticos e ser-viços públicos.

Mas entre os homens-livres, necessariamente gregos, só uma minoria participa do poder político...
São os cidadãos, i.é., os adul-tos (geralmente maiores de 18 anos) do sexo masculino, filhos de pais já cidadãos.
Mas mesmo entre os cidadãos, nem todos tem os mesmos di-reitos: em geral, há um hierar-quia, na maioria das vezes ba-seada sobre a riqueza e variável de acordo com a natureza do regime político da pólis: oligar-quia, tirania, democracia censi-tária, democracia radical...

A população da cidade com-preende também um número considerável de homens livres, que, embora gregos, não per-tencem ao corpo político nem ao corpo cívico da cidade...
São os estrangeiros de nasci-mento. Aqueles que se torna-rem residentes permanentes de uma pólis gozam um status privilegiado mas sem possuir direitos políticos (os metecos em Atenas, por ex.)
Os estrangeiros não gregos eram, na própria Grécia, co-merciantes, mercenários ou, mais freqüentemente, escravos.

Prosperidade e Escravismo... Liberdade e Escravidão...
A condição da prosperidade das póleis gregas estava funda-da na utilização intensiva da mão-de-obra escrava.
Graças a ela também, os cida-dãos gozavam de tempo livre para participar da vida pública: a escravidão era a condição estrutural da liberdade na pólis do período clássico.

Gregos contra persas: as Guer-ras Médicas
Entre os séc. VI e V a.C., a expansão do Império Persa (medos), que já envolvera as colônias gregas da Ásia Menor, passou a ameaçar a própria Grécia continental...
Sob a liderança conjunta de Atenas e Esparta os persas são derrotados em 480 a.C.
Afastada a ameaça persa so-bre o continente, Esparta se retira da guerra. Atenas e ou-tras cidades continuam a luta para expulsa-los do mar Egeu e da costa asiática e formam a Liga de Delos, confederação onde cada cidade-membro con-tribuía com homens, navios e dinheiro para o tesouro comum.
Presidida por Atenas, a Liga de Delos torna-se um instru-mento para tentar impor sua hegemonia sobre toda Grécia. Parte do tesouro da Liga, inclu-sive, servirá para o embeleza-mento de Atenas.

Gregos contra gregos: a Guerra do Peloponeso - “o suicídio profundo da Grécia das cidades...
Frente a ameaça da hegemo-nia ateniense, Esparta lidera um conjunto de cidades reunidas na Liga do Peloponeso. O confron-to, a Guerra do Peloponeso, iniciado em 431 a.C., durou 28 anos, e terminou com a derrota ateniense - e o esgotamento de toda a Grécia.
Felipe e Alexandre da Mace-dônia...
A supremacia de Esparta teve curta duração, sendo seguida pela hegemonia de Tebas e por um período de perturbações generalizadas. No séc. IV a.C. as cidades gregas estavam es-gotadas por décadas de guerra: nenhuma delas tinha condições de impor um projeto político próprio. Divididas, foram domi-nadas pelos macedônios, um reino ao norte da Grécia, lide-rados por Felipe II...
A política expansionista de Fe-lipe II teve continuidade em seu filho e sucessor Alexandre, que consolidou a dominação da Gré-cia e conquistou o Império Per-sa...

Helenismo...
A fusão das culturas das vá-rias regiões asiáticas conquistas por Alexandre com os valores gregos deu origem a uma nova manifestação cultura, o hele-nismo, que teve como centro as cidades de Alexandria e Pérga-mo.
Após a morte de Alexandre, o império foi dividido em três grandes reinos... Entre os sécu-los II e I a.C. todos foram con-quistados pelos romanos.

“Ainda hoje, depois de termos abandonado tantos credos e cosmologias, o conceito de vida dos gregos nos entusiasma e exalta. O pensamento e as teo-rias dos gregos estão estreita-mente ligados na trama de nos-sa vida, quase que sem o per-cebermos, e só esse motivo é suficiente para procurarmos conhecer os gregos e analisar o valor e o alcance do que reali-zaram. Nenhum povo tem o direito de desprezar suas ori-gens, e o mundo moderno deve tanto á Grécia que não pode receber com irrefletida ingrati-dão o que ele herdou.”




Atividades sobre Roma-1º ano

Escolhe a resposta corneta para cada pergunta. Reflete antes de responder.
1. Em que ano foi fundada Roma? A( ) 735.AC;B( )660ac; C( )753 a.c

2. A partir de que século se deu o declínio do Império Romano?

A( ) Apartir do século V d.c ;B( ) A partir do século III a.c; C( ) A partir do século d.c

3. Quem deu o nome à cidade?A( ) Rômulo; B( ) Remo; C( ) Ria Silva

4. Que órgãos sociais constituíam a República Romana? A ( ) O Senado e Assembléias.;B( ) O Senado, os Magistrados e as Assembléias.;( )A Assembléia da Republica e Parlamento.
5. Na sociedade Romana, quem eram os cidadãos livres? A( )Os Reis; B( )Patrícios e Plebeus;C( ) Os cavaleiros ou homens novos

6. Qual era a Deusa Romana da arte? A( ) Minerva;B ( ) Diana; C ( ) Vênus

7. Como se estruturava o exercito romano? A( ) Em cortes de seis mil soldados, cada uma dividida em dez legiões.;B ( ) Em legiões de seis mil soldados, cada uma dividida em dez cortes.;C ( ) Em legiões de cinco mil soldados, cada uma dividida em dez cortes

8. Em que século passou Roma por uma grande transformação, tornando-se uma cidade repleta de edifícios monumentais e locais de diversão como o Coliseu?A( ) No século IX a.C.;B ( ) No século I a.C.; C ( ) No século III a.c
9. Roma destacou-se na Arquitetura com grandes edifícios privados e públicos. Destes destacam-se:
A ( ) Templos, Basílicas, Teatros e Coliseu.;
B( ) Basílicas, Anfiteatros, Aquedutos e Fontes.
C ( ) Templos, Basílicas, Teatro, Anfiteatro e Circo.
D( ) Templos, Basílicas, Teatros e Coliseu..
10. Num período lendário, Roma esteve sobre poder absoluto da Monarquia. Quantos Reis a governaram?A ( ) 7;B( )6;C ( ) 8

11-Quem fundou Roma?A ( ) Rômulo e Remo.,
B ( ) César Augusto;
Diz a lenda que, ao nascer, os dois irmãos foram abandonados, junto ao rio Tibre e salvos por uma loba, que os amamentou e os protegeu. Por fim, um pastor recolheu-ose deu-lhes os nomes.


BOM ESTUDO-__________________________________________________________________________

Nenhum comentário:

Postar um comentário